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09/04/2010 - 16h35

Claro não vê empecilho à entrada do governo na banda larga

RIO - O presidente da Claro, João Cox, acredita que o acesso à banda larga é uma das prioridades do país e não vê empecilhos à entrada do Estado como fornecedor da infraestrutura para expansão do setor.

"O que eu defendo é que, se ela (uma empresa estatal) consegue vender serviço mais barato que uma empresa privada, por que proibir isso? Sou totalmente contra (proibir). Se consegue vender mais barato, ela tem que vender", afirmou Cox, cobrando apenas condições iguais na concorrência entre empresas estatais e privadas.

"Tem que pagar o mesmo imposto, ter as mesmas obrigações. Se isso se concretiza, pode mostrar eventuais ineficiências que as empresas têm e que vão ter que ser sanadas", acrescentou o executivo, que participou do 7º Encontro Brasileiro de Agências de Publicidade, no Rio de Janeiro.

Cox ressaltou que é indiferente para o consumidor quem vai suprir a infraestrutura de banda larga, que segundo ele é essencial para desenvolver o setor educacional no Brasil.

"O mais importante não é quem vai chegar com o serviço, se é empresa de celular, fixa, de satélite, privada ou do governo, é aquela que vai chegar com o serviço mais barato para a população", frisou.

(Rafael Rosas | Valor)

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