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15/04/2010 - 18h08

Bolsas americanas sobem, apesar de indicador ruim de emprego

SÃO PAULO - As bolsas americanas fecharam em terreno positivo nesta quinta-feira, mesmo diante do inesperado aumento dos pedidos de seguro-desemprego. O crescimento do PIB chinês e a produção industrial americana sustentaram o otimismo dos investidores.

O Dow Jones fechou em alta de 0,19%, para 11.145 pontos, enquanto o S & P 500 avançou 0,08%, para 1.212 pontos, e o Nasdaq ganhou 0,43%, para 2.516 pontos.
O contraponto do dia ficou com os pedidos de seguro-desemprego nos Estados Unidos, que somaram 484 mil na semana terminada no dia 10 deste mês, uma alta de 24 mil em comparação com a marca de 460 mil de uma semana antes. Na média das quatro últimas semanas, houve um acréscimo de 7,5 mil requisições, para 457,750 mil, segundo o Departamento do Trabalho dos EUA.

Porém, o indicador foi compensado por outro índice. Levantamento do Federal Reserve (Fed) mostrou que a atividade manufatureira teve alta de 0,9%, impulsionada pelo avanço na indústria de bens duráveis.

O destaque do dia, no entanto, veio do outro lado do mundo. A China informou que seu Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 11,9% nos três primeiros meses deste ano em relação ao mesmo período de 2009, somando 8,06 trilhões de yuan (US$ 1,19 trilhão). O resultado ficou um pouco acima das previsões dos economistas, que apostavam em uma alta de 11,5%.

No campo corporativo, as ações da Intel voltaram a figurar entre as principais altas do dia. Depois de subirem 3,3% ontem, hoje avançaram mais 3%, ainda repercutindo o balanço do primeiro trimestre, quando apresentou lucro líquido de US$ 2,4 bilhões, um aumento de 288% sobre os US$ 629 milhões do mesmo trimestre de 2009.

(Téo Takar | Valor com agências internacionais)

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