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27/04/2010 - 18h17

Bolsa de Nova York tem maior queda em quase três meses

SÃO PAULO - Em linha com o comportamento das praças europeias, as bolsas de Wall Street também reagiram mal ao corte das notas de crédito de Grécia e Portugal pela Standard & Poor''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''s e registraram o pior desempenho nos principais índices acionários em quase três meses.

Após perder 2,07%, na mínima do dia de 10.973 pontos, o Dow Jones, principal termômetro da Bolsa de Nova York, fechou a sessão em queda de 1,9%, a 10.991,99 pontos, enquanto o S & P 500 perdeu 2,34%, a 1.183,71 pontos, ambos na maior retração desde o pregão de 4 de fevereiro.

Por sua vez, o Nasdaq Composto, da bolsa eletrônica, fechou o dia marcando baixa de 2,04%, a 2.471,47 pontos.

Os agentes repercutiram a decisão da agência de classificação de risco de cortar ratings de longo e curto prazo da dívida de Portugal, junto com o rebaixamento da nota de crédito soberana da Grécia, o que significou a perda do status de grau de investimento.

O"golpe duplo", como o mercado classificou as revisões da agência, puxou uma corrida ao dólar (ativo de menor risco) e derrubou as commodities, levando o petróleo para abaixo da linha de US$ 83 em Nova York.

Na esteira da desvalorização da commodity, as ações da Exxon Mobil caíram 1,5 % e as da Chevron cederam 2,9%.

No entanto, a maior queda na carteira teórica do Dow Jones foi da Caterpillar, que cedeu 4,4%, seu maior tombo desde janeiro. Na sequência, a Alcoa registrou desvalorização de 4,3%.

(Eduardo Laguna | Valor, com agências internacionais)

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