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27/05/2010 - 18h44

China nega revisão de posição em euro e Wall Street fecha em alta

SÃO PAULO - Em sessão de clima mais ameno nos mercados mundiais, Wall Street fechou em alta expressiva nesta quinta-feira. Indicadores positivos nos EUA e declarações de autoridades na China ficaram no foco dos agentes. O índice Dow Jones encerrou as operações com avanço de 2,85%, aos 10.259 pontos, enquanto o índice Nasdaq ganhou 3,73%, aos 2.278 pontos. O S & P-500 apresentou valorização de 3,29%, aos 1.103 pontos. O mercado de trabalho americano mostrou novo fôlego, segundo revelou hoje o Departamento do Trabalho. Os novos pedidos de seguro-desemprego nos Estados Unidos declinaram em 14 mil na semana passada, em relação à semana anterior, para 460 mil.

Os investidores não receberam mal a revisão do Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos no primeiro trimestre, que apresentou crescimento de anual de 3%. O resultado foi ligeiramente inferior àquele divulgado anteriormente, de expansão de 3,2%. Parte do alívio dos agentes veio também da China. A Administração Estatal do Câmbio (Safe, na sigla em inglês) chinesa negou as informações que circularam ontem de que o país poderia rever sua posição em bônus europeus e completou que apoia as medidas tomadas pela União Europeia e pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) para estabilizar os mercados financeiros.

Na Espanha, a boa notícia ficou por conta da aprovação, pelo Parlamento do país, de um pacote de austeridade de 15 bilhões de euros na tentativa de reduzir o déficit fiscal. A aprovação foi apertada, com 169 votos a favor, 168 contra e 13 abstenções.

No âmbito corporativo, o destaque do pregão foi para a BP, cujas ações avançaram 7%, depois que a companhia afirmou que seus esforços para limitar o derramamento de óleo no Golfo podem estar fazendo efeito. (Vanessa Dezem | Valor com agências internacionais)

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