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27/05/2010 - 19h38

Petróleo dispara com declarações da China e restrições de Obama

SÃO PAULO - Os contratos futuros de petróleo dispararam nesta quinta-feira, depois que a China tranquilizou os mercados e rebateu os rumores de que poderia rever sua posição em bônus europeus. A Administração Estatal do Câmbio (Safe, na sigla em inglês) declarou que apoia as medidas tomadas pela União Europeia e pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) para estabilizar os mercados financeiros.

O euro finalmente reagiu e subiu em relação ao dólar, dando ainda mais gás para alta das commodities. A Espanha também ajudou a afastar os temores sobre a crise na Europa, depois que o Parlamento do país aprovou um pacote de austeridade de 15 bilhões de euros na tentativa de reduzir o déficit fiscal.

Por fim, a commodity ganhou um empurrão extra do presidente americano, Barack Obama, que ampliou por mais seis meses a proibição de novas perfurações para extrair petróleo em águas profundas no país enquanto as investigações sobre o vazamento no Golfo do México não forem concluídas.

Em Nova York, o WTI para julho disparou US$ 3,04, ou 4,3%, para US$ 74,55, enquanto o vencimento de agosto ganhou US$ 3,08, para US$ 75,62. Em Londres, o Brent de julho teve alta de US$ 2,92, para US$ 74,66, e o contrato de agosto fechou a US$ 75,43, com alta de US$ 2,95.

(Téo Takar | Valor com agências internacionais)

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