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16/07/2010 - 07h47

Inflação no Brasil e nos EUA encerra agenda da semana

SÃO PAULO - A semana acaba com destaque para os indicadores de inflação no mercado local e americano. Por aqui, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) mostra o Índice Geral de Preços - 10 (IGP-10) referente o mês de julho. O prognóstico da Máxima Asset sugere elevação de 0,34%, recuando de 1,30% observado em junho. A leitura pode ser menor, segundo a Máxima, dependendo de como a FGV irá computar o novo reajuste do minério de ferro.

A FGV também apresentará o Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S).

Nos Estados Unidos, será conhecido o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) referente ao mês de junho. O consenso sugere estabilidade após deflação de 0,2%. Para o núcleo do indicador, que tira alimentos e energia da conta, está estimada elevação de 0,1%.

Ontem, o índice de preços ao produtor americano (PPI, na sigla em inglês), mostrou deflação de 0,5%, ante contração de 0,1% prevista. O núcleo apontou alta de 0,1%, em linha com o esperado.

Ainda nos EUA, a Universidade de Michigan apresenta o dado preliminar sobre a confiança do consumidor. É estimada é uma queda de 76 para 75 a 74,5.

No campo corporativo, atenção aos balanços do Bank of America (BofA), Citigroup, General Electric (GE) e Mattel.

Na próxima semana destaque para os eventos da agenda doméstica. Na quarta-feira, acontece a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) que decide o rumo da taxa básica de juros. Antes disso, na terça-feira, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apresenta o Índice de Preços ao Consumidor Amplo -15 (IPCA-15) de junho. A semana ainda reserva a taxa de desemprego de junho.

Nos EUA, merece atenção alguns números do setor imobiliário americano. Na zona do euro, saem indicadores de atividade industrial e do setor de serviços.

(Eduardo Campos | Valor)

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