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05/08/2010 - 16h35

Alckmin foge de polêmica e evita comentários sobre TV Cultura

SÃO PAULO - O candidato do PSDB ao governo de São Paulo, Geraldo Alckmin, evitou entrar em polêmicas e se esquivou de comentar a possibilidade de ocorrerem demissões na TV Cultura.

Segundo o tucano, trata-se de uma questão de governo. A emissora é mantida pelo governo estadual, que está sob o comando do PSDB desde 1995, quando Mário Covas foi eleito.
Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, o presidente da Fundação Padre Anchieta, João Sayad, negou que 1.400 funcionários serão demitidos, embora tenha reconhecido que há um inchaço.

Ele atribuiu o noticiário ao período eleitoral. Além disso, manifestou o interesse em captar mais recursos para a TV com o próximo governador.
Questionado sobre o assunto, Alckmin desconversou novamente. "A Cultura sempre teve recursos. Ela terá o investimento que for necessário. Nós vamos estimular para que ela tenha os recursos necessários para cumprir o seu papel de TV educadora", afirmou o tucano, que foi vice-governador entre 1995 e 2001 e governador entre 2001 e 2006.
O tucano, que participou de um almoço na Câmara Portuguesa de Comércio no Brasil, também foi vago ao responder sobre a hipótese de Sayad ser mantido no cargo. "É um ótimo nome". Ao comentar sobre a programação da TV Cultura, disse que qualidade e audiência não são coisas incompatíveis.

Em nota distribuída ontem, a emissora declarou que precisa se renovar porque "perdeu audiência e qualidade e se tornou cara e ineficiente".

(Fernando Taquari | Valor)

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