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11/08/2010 - 14h25

Ibovespa reduz perda e marca 66.027 pontos; dólar avança para R$ 1,769

SÃO PAULO - O mercado acionário brasileiro prossegue com sua trajetória negativa no pregão desta quarta-feira, ainda que registre perda menos expressiva que a de Wall Street.

Maus sinais vindos da economia da China, cuja desaceleração do ritmo de crescimento preocupa os investidores, e da fraca recuperação dos Estados Unidos continuam a impulsionar um movimento vendedor dos ativos de maior risco, como bolsas e commodities.

No Brasil, a maior parte das ações que integram o Ibovespa operam no vermelho, com destaque para as empresas ligadas às commodities.

Próximo das 14h25, o Ibovespa recuava 1,78%, aos 66.027 pontos, e girava R$ 3,068 bilhões. Na mínima do dia, o índice chegou a perder 2,09%.

Nos Estados Unidos, no mesmo horário, o índice Dow Jones tinha desvalorização de 2,18%, o Nasdaq se depreciava em 2,90% e o S & P 500 apurava perda de 2,60%. Na Europa, o mercado já encerrou os negócios com queda superior a 2%.

No front corporativo local, minutos atrás, os papéis PN da Petrobras caíam 2,00%, a R$ 27,84, enquanto as ações PNA da Vale cediam 2,17%, a R$ 42,65. Entre as maiores altas do Ibovespa, que são minoria nesta jornada, estavam as ações JBS ON (2,58%, a R$ 8,33), Lojas Renner ON (1,51%, a R$ 53,78) e Natura ON (0,86%, a R$ 42,97).

Na trajetória oposta, destaque negativo para os papéis CSN ON (-3,47%, a R$ 29,17), Gerdau PN (-3,69%, a R$ 25,04) e Fibria ON (-4,91%, a R$ 27,45).

No mercado cambial, a moeda americana continua a se valorizar em relação às principais divisas, inclusive a brasileira, embora em menor grau. Há pouco, o dólar comercial subia 0,62%, a R$ 1,769 na venda. Já o euro recuava 2,29%, cotado a US$ 1,2883.

(Beatriz Cutait | Valor)
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