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13/09/2010 - 14h27

Ibovespa sobe pelo terceiro dia; dólar recua pela nona sessão

SÃO PAULO - Apesar de as bolsas americanas terem reduzido uma parte dos ganhos, o mercado acionário brasileiro segue "firme e forte" nos negócios iniciais desta semana, na terceira alta consecutiva.

Próximo das 14h25, o Ibovespa subia 1,92%, aos 68.092 pontos, com volume financeiro negociado de R$ 3,527 bilhões.

Em Wall Street, enquanto o índice Dow Jones tinha alta de 0,47%, o Nasdaq avançava 1,49% e o S&P 500 se apreciava em 0,85%.

A alta dos preços das commodities dá força para a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) nesta segunda-feira, diante de dados animadores da economia chinesa, referentes a agosto.

Além disso, o setor financeiro também estimula as bolsas mundiais, após a conclusão do acordo de Basileia 3, neste fim de semana. Embora o acordo tenha definido regras mais rígidas para o sistema financeiro internacional, com o objetivo de se evitar que novas crises ocorram, o "endurecimento" foi mais brando do que se imaginava.

No ambiente corporativo brasileiro, minutos atrás, os papéis dos bancos registravam alta, com destaque para Bradesco PN (3,92%, a R$ 32,06), Itaú Unibanco PN (3,28%, a R$ 38,41) e Banco do Brasil ON (3,07%, a R$ 28,86).

Além disso, as principais valorizações do Ibovespa partiam de Fibria ON (4,38%, a R$ 30,70) e MRV O (4,31%, a R$ 16,20).

Entre as "blue chips", os papéis PNA da Vale ainda avançavam 2,50%, a R$ 42,49, assim como Petrobras PN tinha aumento de 2,65%, a R$ 28,25.

Já as maiores quedas do Ibovespa partiam de Klabin PN (-1,35%, a R$ 5,09), Pão de Açúcar PNA (-1,63%, a R$ 58,43) e LLX Logística ON (-5,92%, a R$ 10,16).

No mercado cambial, apesar de o Banco Central já ter realizado leilão de compra de dólar, a moeda americana segue em baixa, pela nona sessão consecutiva. Há pouco, a divisa recuava 0,11%, para R$ 1,718 na venda.

(Beatriz Cutait | Valor)
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