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SÃO PAULO (Reuters) - O mercado financeiro reduziu a estimativa para o crescimento da economia brasileira em 2009 pela segunda vez seguida, mas também espera inflação mais moderada no próximo ano.
De acordo com levantamento do Banco Central divulgado nesta segunda-feira, o país deve crescer 3,5% em 2009, levemente abaixo dos 3,55% estimados na semana anterior.
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Incertezas sobre resgate de banco derrubam Bolsas na ÁsiaNo cenário de inflação, os cálculos dos analistas indicam alta de 6,14% para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2008 -mesma taxa da pesquisa passada- e de 4,85% em 2009, levemente abaixo dos 4,9% estimados anteriormente.
A meta de inflação definida pelo governo para os dois anos é de 4,5%, com margem de variação de 2 pontos percentuais para cima ou para baixo.
Analistas também mantiveram a aposta na continuidade do ciclo de aperto monetário, iniciado pelo Banco Central em abril.
Pela pesquisa, a Selic deve chegar a 14,75% em dezembro, um ponto percentual acima do patamar atual.
Em 2009, entretanto, os economistas consultados pelo BC esperam redução da taxa básica de juros. Para dezembro do próximo ano, as projeções indicam que a Selic estará em 13,5%, abaixo dos 13,75% estimados na pesquisa anterior.
A previsão para o dólar no encerramento deste ano subiu de R$ 1,70 para R$ 1,80.
(Reportagem de Renato Andrade)
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