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BHP e Rio Tinto fazem joint-venture de minério na AustráliaJá os cortes de emprego em março e abril foram revisados para baixo para queda de 652 mil e 504 mil, respectivamente.
Analistas consultados pela Reuters previam uma redução de 520 mil postos em maio. A taxa de desemprego esperada era de 9,2%.
Embora os cortes de emprego em maio tenham se espalhado por quase todos os setores, o ritmo de demissões foi menor que nos meses anteriores.
Os setores ligados à construção perderam 59 mil vagas, após redução de 108 mil postos em abril, provavelmente como resultado do pacote histórico de estímulo do governo norte-americano no valor de US$ 787 bilhões.
O setor de serviços cortou 120 mil posições, após corte de 230 mil postos de trabalho em abril. O setor manufatureiro perdeu 156 mil empregos em maio, provavelmente refletindo o fechamento de unidades de montadoras, após o pedido de concordata da Chrysler. O setor manufatureiro teve redução de 154 mil postos em abril.
Por outro lado, os setores de educação e saúde abriram 44 mil vagas em maio, após avanço de 13 mil no mês anterior. O governo, que teve mais 92 mil empregos em abril --a maioria ligada aos preparativos para o censo de 2010, reduziu 7 mil vagas em maio.
Desde o início da recessão em dezembro de 2007, a economia norte-americana já perdeu 6 milhões de empregos.
(Reportagem de Lucia Mutikani)
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