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COMUNICAR ERROPor Rujun Shen e Jacqueline Wong
XANGAI (Reuters) - As importações de cobre refinado pela China saltaram mais de 25 por cento em setembro, após dois meses de queda, mas os altos preços de importação devem restringir um maior crescimento em outubro.
Alguns analistas disseram que a demanda pelo metal industrial, usado em indústrias de energia e construção, não se manteve no mesmo nível com os preços, que duplicaram neste ano.
"Tal entusiasmo não deve continuar em outubro, porque as condições atuais de preço são desfavoráveis para o negócio de importação", disse Li Rong, analista da Great Wall Futures.
As importações em setembro de cobre refinado pela Chinasubiram 28,7 por cento no mês, para 282.828 toneladas, ainda abaixo do recorde de 378.943 toneladas em junho, mostram dados da alfândega.
As importações de alumínio primário ficaram estáveis em 117.004 toneladas.
Analistas e traders esperavam inicialmente que as importações de cobre pela China caíssem pelo terceiro mês seguido, mas dados mais cedo neste mês mostraram que as importações de cobre em bruto e de produtos de cobre semiacabado subiram 23 por cento em relação ao mês anterior, para 399.052 toneladas, sugerindo maiores compras de cobre refinado.
"Alguns traders esperavam mover seu cobre refinado para outros mercados já que a diferença de preço entre Xangai e Londres estava desfavorável às importações, mas eles acabaram vendendo ao mercado chinês porque a demanda estava fraca em outros lugares", disse um trader de Xangai.
"O mundo inteiro estava tentando vender cobre para a China".
Na bolsa de Londres, o cobre para entrega em três meses atingiu o maior nível em 13 meses, a 6.728 dólares a tonelada nesta segunda-feira, sustentado pelos dados da China.

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