BRASÍLIA - O estoque da dívida pública mobiliária federal interna (DPMFI) subiu 1,64% em março, para R$ 1,267 trilhão, depois de ficar em R$ 1,247 trilhão em fevereiro. Os dados constam de relatório do Tesouro Nacional divulgado há pouco.
O Tesouro Nacional fez emissão líquida de R$ 8,45 bilhões em títulos, e ao mesmo tempo apropriou juros no valor de R$ 11,95 bilhões.
Considerando as operações de swap cambial, a parcela da dívida atrelada à taxa pós-fixada Selic somou R$ 445,91 bilhões em março, ou 35,17% do total do endividamento. Esse percentual é inferior ao do mês anterior, quando as dívidas corrigidas pela Selic representavam 36,46% do total.
Os papéis prefixados passaram do equivalente a 28,40% para 30,09% do total, correspondendo a R$ 381,49 bilhões. A parcela de títulos públicos federais atrelada a índices de preços verificou decréscimo na composição do total, saindo de 30,25% em fevereiro para 30,10%, ou R$ 381,66 bilhões, em março.
Pelos dados do Tesouro, o governo encerrou o mês passado devedor em dólar, no equivalente a R$ 38,88 bilhões, com a posição passiva dessa fatia equivalente a 3,07% do estoque da dívida mobiliária federal interna em março. No mês anterior, essa participação era devedora em 3,31%.
(Azelma Rodrigues | Valor Online)