SÃO PAULO - A semana e o mês de outubro chegam ao fim com destaque para os indicadores do mercado americano. Os investidores recebem os dados sobre o gasto e a renda do consumidor. A previsão sugere contração de 0,5% no gasto e leve alta de 0,1% no rendimento pessoal.
Também será conhecido o índice de confiança do consumidor calculado pela Universidade de Michigan. Os agentes trabalham com leve alta de 69,4 para 70 agora em outubro. Cabe lembrar que, na terça-feira, o dado de confiança do Conference Board surpreendeu para baixo.
Ainda na agenda americana, os agentes recebem o índice de atividade na região de Chicago. A estimativa aponta alta de 46,1 para 48,1 em outubro. Também será conhecido o custo da mão de obra no terceiro trimestre.
Por aqui, o Banco Central (BC) apresenta a nota de política fiscal, com o superávit primário e relação dívida/Produto Interno Bruto (PIB).
Na agenda corporativa, atenção aos números da TIM, Tarpon, M.Dias Branco e Satipel. No front externo, são aguardados os resultados da Chevron, Sanofi-Aventis e Sony.
Novembro começa com carregada agenda externa. Além da decisão de juros do Federal Reserve (Fed), banco central americano, os agentes recebem o relatório sobre o mercado de trabalho dos EUA em outubro, o índice de atividade na indústria e os gastos com construção. Na Europa, Banco Central Europeu (BCE) e Banco da Inglaterra (BoE) também decidem o rumo da política monetária.
Por aqui, o destaque fica com a pesquisa industrial mensal e com a agenda de balanços que reserva mais de 30 divulgações, entre elas Itaú Unibanco, Braskem, Gerdau, Gafisa, Lojas Americanas, Vivo, Randon e Duratex.
(Eduardo Campos | Valor)