PUBLICIDADE
IPCA
0,87 Ago.2021
Topo

Carla Araújo

Confederação Nacional do Transporte se diz contra a greve dos caminhoneiros

27 jan. 2021 - Caminhoneiros do setor frigorífico protestam contra aumento do ICMS em São Paulo - Deividi Correa/Estadão Conteúdo
27 jan. 2021 - Caminhoneiros do setor frigorífico protestam contra aumento do ICMS em São Paulo Imagem: Deividi Correa/Estadão Conteúdo
Carla Araújo

Jornalista formada em 2003 pela FIAM, com pós-graduação na Fundação Cásper Líbero e MBA em finanças, começou a carreira repórter de agronegócio e colaborou com revistas segmentadas. Na Agência Estado/Broadcast foi repórter de tempo real por dez anos em São Paulo e também em Brasília, desde 2015. Foi pelo grupo Estado que cobriu o impeachment da presidente Dilma Rousseff. No Valor Econômico, acompanhou como setorista do Palácio do Planalto o fim do governo Michel Temer e a chegada de Jair Bolsonaro à Presidência.

Do UOL, em Brasília

28/01/2021 16h41

A CNT (Confederação Nacional do Transporte) divulgou uma nota nesta quinta-feira (28) para afirmar que é contra a greve dos caminhoneiros, convocada para a próxima segunda-feira.

Assinada pelo presidente da entidade, Vander Costa, a CNT diz que "não apoia nenhum tipo de paralisação de caminhoneiros e reafirma o compromisso do setor transportador com a sociedade".

A entidade diz ainda que caso haja paralisação de alguns membros da categoria seria possível minimizar os danos para a população, desde que o movimento seja pacífico.

"Se houver algum movimento dessa natureza, as transportadoras garantem o abastecimento do país, desde que seja garantida a segurança nas rodovias", diz a nota.

A CNT atua desde 1954 e reúne 26 federações e quatro sindicatos nacionais. Segundo a entidade, eles representam 155 mil empresas e 2,2 milhões de empregos gerados.

Governo monitora

O aumento de 4,4% no preço do Diesel anunciado nesta semana pela Petrobras foi lamentado por membros do governo, que negociam para minimizar uma possível greve dos caminhoneiros.

Apesar disso, fontes do governo ouvidas pela coluna afirmam que o movimento continua "sob controle". A avaliação no momento é que o aumento do Diesel elevou o descontentamento da categoria, "mas não gerou engajamento".

Auxiliares do presidente Jair Bolsonaro dizem ainda que a categoria está sendo atendida, mas reconhecem que não se pode menosprezar o potencial de gerar crises com uma possível greve.

PUBLICIDADE