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Carla Araújo

REPORTAGEM

Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis.

Guedes escolhe Esteves Colnago para assumir lugar de Funchal

Esteves Pedro Colnago Junior - José Cruz/ Agência Brasil
Esteves Pedro Colnago Junior Imagem: José Cruz/ Agência Brasil
Carla Araújo

Jornalista formada em 2003 pela FIAM, com pós-graduação na Fundação Cásper Líbero e MBA em finanças, começou a carreira repórter de agronegócio e colaborou com revistas segmentadas. Na Agência Estado/Broadcast foi repórter de tempo real por dez anos em São Paulo e também em Brasília, desde 2015. Foi pelo grupo Estado que cobriu o impeachment da presidente Dilma Rousseff. No Valor Econômico, acompanhou como setorista do Palácio do Planalto o fim do governo Michel Temer e a chegada de Jair Bolsonaro à Presidência.

Do UOL, em Brasília

22/10/2021 14h42Atualizada em 22/10/2021 16h22

Atual chefe a Assessoria Especial de Relações Institucionais no Ministério da Economia, Esteves Colnago, assumirá o cargo de Secretário especial de Tesouro e Orçamento no lugar de Bruno Funchal, que anunciou sua saída da pasta ontem, após o ministro Paulo Guedes, ceder à ala política e acenar com o fim do teto dos gastos.

O secretário do Tesouro, que substituirá Jeferson Bittencourt, que também deixou o cargo ontem, ainda não foi definido. A escolha, segundo apurou a coluna, será do próprio Colnago, já que o cargo é subordinado a ele. As informações foram confirmadas posteriormente por Guedes, ao lado de Bolsonaro, com direito a ato falho do ministro.

A definição do nome de Conalgo por parte de Guedes se deve a experiência do auxiliar e pelo fato de que ele faz justamente uma ponte com o Congresso Nacional, podendo arrefecer os atritos com a ala política que quer abrir ainda mais o cofre do governo.

Colnago é Mestre em Economia pela Universidade de Brasília (UnB) e ja foi ministro do Planejamento, no governo Michel Temer.

Debandada

As baixas na equipe econômica já chegam a mais de quinze nomes desde o início do governo.

Do primeiro escalão montado por Guedes no começo do governo restam apenas três auxiliares: Marcelo Guaranys (secretário-executivo), Carlos da Costa (Secretário especial de Produtividade) e Daniella Marques Consentino (assessora especial do ministro).

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