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Credit Suisse compra Modalmais. Por que a novidade faz bem para seu bolso?

César Esperandio

César Esperandio

César Esperandio é economista com ênfase em planejamento financeiro, com larga experiência no mercado financeiro. Já atuou em setores macroeconômicos de bancos e consultorias, além de ter passado por empresa de pesquisas de mercado. Hoje se dedica exclusivamente ao Econoweek, com foco em investimentos.

23/06/2020 17h56

O Credit Suisse, um dos mais importantes e mais antigos bancos do mundo, anunciou a compra do Modalmais, banco e corretora digital bastante popular no Brasil.

Eu sou César Esperandio, economista do Econoweek, a tradução da economia. E, nesse artigo, vou explicar por que isso pode ser bom para o seu bolso. No vídeo acima, respondo perguntas ao vivo sobre esse tema.

O banco suíço Credit Suisse, fundado em 1856, assinou um acordo em que poderá comprar até 35% do Modalmais, a plataforma digital do Banco Modal que inclui um banco digital com conta corrente e uma área de investimentos, de certa maneira similar ao Banco Inter.

O valor da transação não foi informado. Quanto você acha que foi pago?

Segundo o comunicado oficial, os dois bancos têm operações complementares. O Credit Suisse é um dos maiores gestores de fortunas do mundo, enquanto Modalmais é um banco digital com uma plataforma de investimentos que figura entre as principais do investidor brasileiro.

As possibilidades de explorar essa parceria podem começar com o acesso dos clientes do Modalmais aos produtos de investimentos do Credit Suisse, que vai aproveitar a grande penetração do Modalmais entre as plataformas digitais de investimentos no Brasil, que conta com quase 1 milhão de clientes e cerca de R$ 10 bilhões sob custódia.

Atualmente, o mercado brasileiro de plataformas abertas de investimentos é dominado pela XP, que começa a enfrentar concorrência mais acirrada de marcas como Genial, Guide e BTG Pactual, que anunciou em 22 de junho emissão de novas ações, que poderão somar até R$ 2,5 bilhões, justamente para investir em sua plataforma digital.

A novidade pode ser uma boa notícia de maior concorrência para os investidores brasileiros, que poderão contar com melhores serviços e menores taxas.

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