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3 melhores investimentos para estudantes

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Yolanda Fordelone

Yolanda Fordelone

Yolanda Fordelone é economista e jornalista, teve passagens por grandes jornais nas áreas de economia e finanças, foi professora em um curso de graduação em Economia e hoje coordena uma equipe em um aplicativo de gestão financeira. Além disso, se dedica às finanças pessoais no Econoweek.

19/01/2022 04h00

Para se tornar um bom investidor, em geral é preciso somar três itens: conhecimento, dinheiro e tempo. Quem é jovem, ainda na fase de estudar, tem a seu favor o fato de ter muito tempo. Afinal, pode investir por 30 anos e ainda aproveitar bem o patrimônio.

Dinheiro é um item que começa a surgir nos primeiros estágios e empregos. Mesmo que pouco, ele está ali.

Em um país onde pouco se fala sobre educação financeira, conhecimento sempre é uma coisa a se correr atrás, mas algo que todo investidor precisará buscar, seja ele jovem ou mais velho.

O fato é que quanto mais jovem começar o investimento, melhor. No vídeo acima, fizemos uma simulação de quanto investir por mês para conseguir ter uma aposentadoria confortável, com um patrimônio acima de R$ 1 milhão.

Abaixo, separamos três investimentos essenciais para quem começa a investir jovem.

1. Reserva de emergência

Esperamos o melhor para o nosso futuro: um bom emprego, promoções, crescimento de carreira, etc. Mas também podem ocorrer imprevistos, como desemprego e doença.

A reserva de segurança costuma girar no valor equivalente a seis meses e um ano de gastos. A depender da situação da pessoa (se os pais a sustentam, por exemplo), é possível fazer uma reserva de emergência menor nos primeiros anos a fim de turbinar outros investimentos da carteira.

A reserva de emergência costuma estar em investimentos como Tesouro Selic, CDB ou contas remuneradas.

2. Investimentos que protegem da inflação

Se estamos falando de investimentos que podem ficar na carteira por um bom tempo, pelo menos parte das aplicações pode acompanhar a inflação.

Entre as opções estão Tesouro IPCA, debêntures e até mesmo fundos imobiliários, afinal muitos possuem imóveis na carteira cujo valor do aluguel é reajustado pela inflação.

3. Tomar um pouco de risco

O fato de ter tempo para se recuperar de quedas do mercado faz com que um jovem investidor possa tomar mais risco, caso tenha esse perfil.

Há pelo menos três grandes grupos de investimentos: ações boas pagadoras de dividendos, ações de crescimento (empresas menores com alto potencial de crescer, como as de tecnologia) e fundos imobiliários.

No vídeo acima explicamos melhor as opções. Você já é investidor? Se sim, com quantos anos começou? Comente abaixo ou nas nossas redes sociais (Instagram e YouTube).