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Inflação na Europa, balanços nos EUA e no Brasil: veja os destaques do dia

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O programa é apresentado pela equipe de Research e Economia do Pagbank.

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Veja a análise do dia no vídeo a seguir, confira os destaques noticiosos mais abaixo e tenha um bom dia de investimentos:

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Mercado externo e resultados de empresas afetam Ibovespa. Hoje, antes da abertura, sai o resultado do Goldman Sachs e da Weg. Depois do fechamento, será os números das gigantes de tecnologia: Netflix, Tesla e IBM. A semana que vem será movimentada ainda pelos resultados da Usiminas (28), Santander (26), Gol e Multiplan (27), e GPA e Assaí (26).

Relatório da Vale repercute entre investidores. O relatório de produção da Vale no segundo trimestre foi divulgado ontem à noite, enquanto as suas ADRs (+0,07%) praticamente não mexeram.

Nos EUA, o otimismo com juros. Apesar de alguns dirigentes do Fed (Federal Reserve, o banco central americano) ainda esperarem aumentos na taxa de juros, grande parte dos investidores acredita que o ciclo de aperto nos EUA está terminando. Esta percepção saiu favorecida após dois dados de atividade virem abaixo do consenso: a produção industrial, que contrariou aposta de estabilidade e caiu 0,5% em junho; e as vendas no varejo (+0,2%), que subiram abaixo do esperado (+0,6%).

Atenções se voltam para a estimativa de PIB nos EUA. O dado será divulgado semana que vem com a perspectiva do segundo trimestre. A agenda de hoje reserva a divulgação das construções de casas iniciadas em junho (9h30) e os estoques de petróleo (11h30). O DoE deve informar queda de 1,8 milhão de barris nas reservas. Ontem à noite, o API estimou redução de 800 mil na produção de petróleo.

Na Europa, as bolsas abriram em alta. Ontem saiu a divulgação da taxa anual da inflação ao consumidor (CPI) do Reino Unido, que desacelerou mais que o esperado em junho, ficando em 7,9%. Com esse resultado, aumentam as chances de que o Banco da Inglaterra (BoE) opte por um aumento de juros mais moderado, de 0,25 ponto percentual. Já na Zona do Euro, foi confirmado que o CPI anual diminuiu para 5,5% em junho, de 6,1% em maio. O Banco Central Europeu (BCE), que tem prometido elevar juros mais uma vez na reunião do próximo dia 27, vem acompanhando o índice de perto.

As bolsas asiáticas fecharam sem direção única. O japonês Nikkei subiu 1,24% em Tóquio, depois que o presidente do Banco Japão reafirmou o compromisso com a política de juros ultra-acomodatícia. Enquanto o Hang Seng caiu 0,33% em Hong Kong e o Xangai Composto também encerrou o pregão perto da estabilidade, com leve ganho de 0,03%, reagindo com ceticismo ao pacote de estímulos ao consumo anunciado ontem pela China, considerado insuficiente para ter impacto significativo na recuperação da economia.

Opinião

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** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL.

As opiniões emitidas neste texto são de responsabilidade exclusiva da equipe de Research do PagBank e elaboradas por analistas certificados. O PagBank PagSeguro e a Redação do UOL não têm nenhuma responsabilidade por tais opiniões. A única intenção é fornecer informações sobre o mercado e produtos financeiros, baseadas em dados de conhecimento público, conforme fontes devidamente indicadas, de modo que não representam nenhum compromisso e/ou recomendação de negócios por parte do UOL. As informações fornecidas por terceiros e/ou profissionais convidados não expressam a opinião do UOL, nem de quaisquer empresas de seu grupo, não se responsabilizando o UOL pela sua veracidade ou exatidão. Os produtos de investimentos mencionados neste material podem não ser adequados para todos os perfis de investidores que, antes de qualquer decisão, deverão preencher o questionário de suitability para a identificação do seu perfil de investidor e da compatibilidade do produto de investimento escolhido. As informações aqui veiculadas não devem ser consideradas como a única fonte para o processo decisório do investidor, sendo recomendável que este busque orientação independente e leia atentamente os materiais técnicos relativos a cada produto. As projeções e preços apresentados estão sujeitos a variações e podem impactar os portfolios de investimento, causando perdas aos investidores. A rentabilidade obtida no passado não representa garantia de resultados futuros. Este conteúdo não deve ser reproduzido no todo ou em parte, redistribuído ou transmitido para qualquer outra pessoa sem o consentimento prévio do UOL.

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