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Semana terá decisão sobre juros nos EUA, Europa e Japão; veja destaques

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Veja a análise do dia no vídeo a seguir, confira os destaques noticiosos mais abaixo e tenha um bom dia de investimentos:

Semana de decisão sobre juros nos EUA, Europa e Japão; no Brasil, sai a prévia da inflação. O IPCA-15, que será divulgado amanhã (25), é o último dado oficial de inflação antes da próxima reunião do Copom, que pode influenciar as expectativas na política sobre os juros.

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Os investidores ficarão de olho em resultados corporativos. Carrefour (CRFB3), Neoenergia (NEOE3), Assaí (ASAI3), EDP Brasil (ENBR3), Pão de Açúcar (PCAR3), Gol (GOLL4), Hypera (HYPE3), Intelbras (INTB3), Multiplan (MULT3) e Usiminas (USIM5) vão divulgar seus números. O mercado também aguarda a divulgação de produção da Petrobras e os dados da pesquisa semanal Focus, com um dia de atraso em relação à data normal de publicação — geralmente às segundas-feiras—, por conta do jogo de estreia da seleção feminina na Copa do Mundo, hoje, às 8h.

Nos EUA, foco na decisão sobre juros na quarta-feira. O Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) deve decidir a nova política de juros. A expectativa é que o Federal Reserve venha elevar a taxa em 0,25 ponto percentual. Com isso, os juros americanos vão para o patamar de 5,25% - 5,50%. No entanto, a dúvida do mercado é se o Banco Central americano encerrará o ciclo de aperto monetário depois disso ou se seguirá elevando a taxa na tentativa de voltar a inflação para a meta de 2%.

Expectativa sobre PIB americano também mexe com a bolsa. A semana ainda reserva dados importantes para a economia americana, como a primeira leitura do Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre e o Índice de Preços para Gastos de Consumo Pessoal (PCE), o indicador inflacionário preferido do Fed.

Na Europa, foco na decisão monetária da próxima quinta-feira (27). O Banco Central Europeu (BCE) deve elevar os juros em 25 pontos-base. Nesta segunda-feira, as bolsas operam próximas da estabilidade, reflexo dos dados de atividade (PMIs), que vieram mais fracos, além de dados inconclusivo sobre o resultado eleitoral na Espanha. O PMI composto da Alemanha caiu para 48,3 em julho, ficando abaixo da barreira de 50 que indica contração e ampliando as chances de uma recessão. Na Zona do Euro como um todo, o mesmo índice recuou a 48,9 neste mês, atingindo o menor patamar em oito meses. No Reino Unido, o PMI composto teve queda maior do que o previsto, mas permaneceu acima de 50, que sugere expansão da atividade, ficando em 50,7.

Na Ásia, as bolsas fecharam sem direção única. A do Japão foi favorecida pelo recente enfraquecimento do iene, e as chinesas foram pressionadas por dúvidas sobre possíveis novas medidas de estímulos. O índice japonês Nikkei subiu 1,23% em Tóquio, enquanto o sul-coreano Kospi avançou 0,72% em Seul. Por outro lado, os mercados da China continental e de Hong Kong tiveram perdas, diante de incertezas sobre a disposição de Pequim de adotar mais estímulos, mesmo após a economia chinesa ter crescido bem menos do que o esperado no segundo trimestre. O Xangai Composto recuou 0,11%, e o menos abrangente Shenzhen Composto caiu 0,37%. Já o Hang Seng sofreu queda bem mais expressiva em Hong Kong, de 2,13%.

Opinião

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** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL.

As opiniões emitidas neste texto são de responsabilidade exclusiva da equipe de Research do PagBank e elaboradas por analistas certificados. O PagBank PagSeguro e a Redação do UOL não têm nenhuma responsabilidade por tais opiniões. A única intenção é fornecer informações sobre o mercado e produtos financeiros, baseadas em dados de conhecimento público, conforme fontes devidamente indicadas, de modo que não representam nenhum compromisso e/ou recomendação de negócios por parte do UOL. As informações fornecidas por terceiros e/ou profissionais convidados não expressam a opinião do UOL, nem de quaisquer empresas de seu grupo, não se responsabilizando o UOL pela sua veracidade ou exatidão. Os produtos de investimentos mencionados neste material podem não ser adequados para todos os perfis de investidores que, antes de qualquer decisão, deverão preencher o questionário de suitability para a identificação do seu perfil de investidor e da compatibilidade do produto de investimento escolhido. As informações aqui veiculadas não devem ser consideradas como a única fonte para o processo decisório do investidor, sendo recomendável que este busque orientação independente e leia atentamente os materiais técnicos relativos a cada produto. As projeções e preços apresentados estão sujeitos a variações e podem impactar os portfolios de investimento, causando perdas aos investidores. A rentabilidade obtida no passado não representa garantia de resultados futuros. Este conteúdo não deve ser reproduzido no todo ou em parte, redistribuído ou transmitido para qualquer outra pessoa sem o consentimento prévio do UOL.

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