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Opinião

Prévia da inflação no Brasil e futuro dos juros nos EUA afetam a Bolsa hoje

Veja as principais notícias que impactam o seu bolso hoje.

Assista ao vivo aos destaques dos mercados, com análises dos especialistas de Research do PagBank, e se prepare para investir melhor.

Acompanhe o programa diariamente, de segunda a sexta-feira, às 8h40, e fique bem informado sobre todas as notícias e mudanças que impactam os mercados. Aproveite também para tirar suas dúvidas sobre investimentos.

O programa é apresentado pela equipe de Research e Economia do Pagbank.

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Veja a análise do dia no vídeo a seguir, confira os destaques noticiosos mais abaixo e tenha um bom dia de investimentos:

No Brasil, o mercado espera pela divulgação da prévia da inflação (IPCA-15) de setembro. O dado e a ata do Copom (Comitê de Política Monetária), que também sai hoje, pode ajudar investidores a calibrar as expectativas para o futuro da política monetária no Brasil. Já na esfera fiscal, destaque para a manifestação enviada ontem (25) pelo governo ao STF (Supremo Tribunal Federal) para derrubar o teto para pagamento dos precatórios até 2027. O governo quer quitar este passivo por meio de créditos extraordinários.

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Os futuros americanos caem, puxados pelas últimas sinalizações sobre os juros. Conforme sinalizado no último dia 20 por Jerome Powell, presidente do Fed (Federal Reserve, o Banco Central dos Estados Unidos), os juros no país devem permanecer em um patamar mais alto por mais tempo. O ajuste das expectativas do mercado pode ser observado nas taxas dos títulos públicos de 10 anos, que subiram nos últimos dias e chegaram a 4,55%, o maior nível desde 2007. Outro ponto de atenção no país é o impasse entre Republicanos e Democratas que pode levar a paralisação do governo americano a partir de 1º de outubro. Em relação aos indicadores econômicos, teremos hoje os dados sobre confiança do consumidor e de venda de casas novas.

As Bolsas europeias operam em queda, também impactadas pelos juros nos EUA. Os mercados locais estão em um processo de recalibragem das expetativas em relação aos juros no mundo após as sinalizações do Fed. Isso acontece porque os juros nos EUA são um balizador das taxas globais, o que traz um peso sobre o mercado acionário da Europa. Além disso, as preocupações sobre a possível paralisação do governo americano e os problemas no setor imobiliário chinês também seguem no radar dos investidores.

Na Ásia, os mercados fecharam em baixa, em meio a preocupações sobre a China. Em Tóquio, o Nikkei recuou 1,11%. O índice Kospi teve queda de 1,31% na Coreia do Sul, o Taiex caiu 1,07% em Taiwan e o Hang Seng recuou 1,48% em Hong Kong. Na China continental, o Xangai Composto registrou queda de 0,43%, enquanto o Shenzhen Composto caiu 0,52%. As notícias negativas sobre o setor imobiliário chinês seguem afetando o mercado acionário do país. Ontem tivemos a notícia de que a incorporadora Evergrande, que vem tendo dificuldades para implementar seu plano de reestruturação, atrasou o pagamento de parte de sua dívida.

Os preços do petróleo caem com os receios de que juros altos nos EUA afetem a demanda. Há a preocupação de que a valorização do dólar ante as moedas globais e os juros mais altos por um tempo prolongado nos EUA possam diminuir a procura por petróleo. Os preços do minério de ferro na China também seguem a tendência de desvalorização, puxados pela fragilidade do setor imobiliário chinês e pela preocupação com os iminentes cortes na produção de aço no país.

Opinião

Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL.

As opiniões emitidas neste texto são de responsabilidade exclusiva da equipe de Research do PagBank e elaboradas por analistas certificados. O PagBank PagSeguro e a Redação do UOL não têm nenhuma responsabilidade por tais opiniões. A única intenção é fornecer informações sobre o mercado e produtos financeiros, baseadas em dados de conhecimento público, conforme fontes devidamente indicadas, de modo que não representam nenhum compromisso e/ou recomendação de negócios por parte do UOL. As informações fornecidas por terceiros e/ou profissionais convidados não expressam a opinião do UOL, nem de quaisquer empresas de seu grupo, não se responsabilizando o UOL pela sua veracidade ou exatidão. Os produtos de investimentos mencionados neste material podem não ser adequados para todos os perfis de investidores que, antes de qualquer decisão, deverão preencher o questionário de suitability para a identificação do seu perfil de investidor e da compatibilidade do produto de investimento escolhido. As informações aqui veiculadas não devem ser consideradas como a única fonte para o processo decisório do investidor, sendo recomendável que este busque orientação independente e leia atentamente os materiais técnicos relativos a cada produto. As projeções e preços apresentados estão sujeitos a variações e podem impactar os portfolios de investimento, causando perdas aos investidores. A rentabilidade obtida no passado não representa garantia de resultados futuros. Este conteúdo não deve ser reproduzido no todo ou em parte, redistribuído ou transmitido para qualquer outra pessoa sem o consentimento prévio do UOL.

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