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5 problemas de saúde que causam de afastamento no trabalho e perda de renda

UOL Content_Lab para BB SEGUROS

09/12/2019 16h35

Para muitas pessoas, ficar doente traz um componente a mais de transtorno: deixar de trabalhar. Além da preocupação com a saúde, problemas que exigem afastamento prolongado representam perda de rendimentos para muitos que trabalham de forma autônoma, empreendem em pequenos negócios, ou mesmo atuam na informalidade. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 38,6 milhões de pessoas trabalham sem carteira assinada no país, o que representa 41% da força de trabalho.

Veja a 5 principais causas de afastamento no trabalho e como é possível preveni-las:

Para muitas pessoas, ficar doente traz um componente a mais de transtorno: deixar de trabalhar. Além da preocupação com a saúde, problemas que exigem afastamento prolongado representam perda de rendimentos para muitos que trabalham de forma autônoma, empreendem em pequenos negócios, ou mesmo atuam na informalidade. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 38,6 milhões de pessoas trabalham sem carteira assinada no país, o que representa 41% da força de trabalho.

Veja a 5 principais causas de afastamento no trabalho e como é possível preveni-las:

1. Acidentes de trabalho

A causa mais comum de afastamentos são os acidentes ocorridos no trabalho. Fruto da falta de uso de equipamentos de segurança e de treinamentos, ou mesmo de ambientes insalubres ou com problemas de fiscalização de segurança. As fraturas, sejam elas de braço, perna, pé e articulações estão entre as maiores causalidades, assim como lesões e cortes ou ainda concussões na cabeça. A prevenção é melhor saída, seja com treinamento ou equipamentos adequados. E isso também vale para quem trabalha com obras, máquinas e equipamentos de forma autônoma.

2. Dores de coluna e má postura

A falta de atenção à ergonomia no ambiente de trabalho é a segunda causa de afastamentos. A chamada dorsalgia, nome que se dá para dores na coluna ou nas costas, é bastante comum. Isso pode ser evitado com exercícios físicos, relaxamento, intervalos nas horas de trabalho e correção de postura. Também é importante realizar o ajuste dos equipamentos relacionados ao trabalho, como cadeiras ou apoios de cabeça e pés, ou ainda com testes de ergonomia ou mesmo correção de postura pessoal. Uma boa dica para encontrar a posição correta é procurar que os olhos fiquem na altura do centro da tela do computador.

3. Estresse, burnout

Classificado como doença em "alta", o burnout é um distúrbio psíquico decorrente de esgotamento mental e físico, ele é a nova face do estresse, fator que leva a um grande número de afastamentos do trabalho. Ritmo intenso, ambientes de extrema competição e pressão por resultados, acompanhados de falta de atividades físicas e alimentação ruim potencializam as doenças psíquicas e podem levar até mesmo a depressão, outra causa constante de afastamentos. Nestes casos, o melhor é o acompanhamento de especialistas para amenizar as causas.

4. Depressão

Até 2020, de acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde), a depressão será a causa principal de afastamentos no trabalho. E, atualmente, se olhadas apenas as pessoas com carteira assinada, elas já representam mais de 30% dos afastamentos no INSS. Esta é uma questão que se agrava ainda mais quando analisada pela ótica dos trabalhadores autônomos, que não têm o respaldo de licenças médicas remuneradas para buscar tratamento e acompanhamento com especialistas.

5. Lesões por esforço repetitivo

A lesão por esforço repetitivo é uma síndrome que causa formigamento, fadiga muscular e dor nos membros superiores, especialmente nas articulações da mão e no braço, que afetam o movimento. Resultante de esforço repetitivo, como o da digitação em teclados de computadores, ela afeta tanto tendões como ligamentos, músculos e nervos. É uma doença cada vez mais comum e com grande crescimento nas pesquisas e dados sobre afastamento. Uma melhor ergonomia, exercícios de alongamento e mesmo pausas no esforço ajudam a prevenir ou controlar a síndrome.

Esta página é uma produção do UOL Content_Lab para BB SEGUROS e não faz parte do conteúdo jornalístico do UOL.