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Bolsa fecha em queda de 1,67%, após seis altas seguidas; Embraer tomba 5%

Do UOL, em São Paulo

O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, fechou esta quarta-feira (17) em queda de 1,67%, a 67.540,25 pontos, após seis altas seguidas. Na véspera, a Bolsa havia subido 0,31%.

O desempenho da Bolsa brasileira acompanhou o movimento de queda das Bolsas no exterior, após notícias de que o presidente Donald Trump pediu ao ex-chefe do FBI James Comey para encerrar a investigação da agência sobre laços entre a Casa Branca e a Rússia. Com isso, os mercados temem que o presidente dos EUA não tenha força política para implementar as medidas econômicas e tributárias prometidas.

Das 59 ações listadas no Ibovespa, apenas duas tiveram alta (BR Malls e Qaulicorp) e uma ficou quase estável (CPFL). As demais, tiveram baixa. A maior queda do dia foi da Embraer, que despencou 5% após analistas do Santander cortarem a recomendação para os ADRs (recibos de ações nos Estados Unidos) da fabricante brasileira de aviões. 

As ações do Banco do Brasil e do Itaú Unibanco caíram mais de 2%, e as do Bradesco e da Vale perderam mais de 1%. Os papéis da Petrobras caíram na casa dos 0,5%. Essas empresas têm grande peso sobre o Ibovespa.

Dólar sobe 1,23%, a R$ 3,134

O dólar comercial fechou o dia em alta de 1,23%, cotado a R$ 3,134 na venda, após seis quedas seguidas. Esse é o maior avanço percentual diário desde 23 de março, quando a moeda norte-americana subiu 1,36%. Na véspera, o dólar havia caído 0,34%.

Investidores estavam cautelosos com a situação política dos EUA, enquanto acompanhavam os desdobramentos das reformas da Previdência e trabalhista por aqui.

(Com Reuters)

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