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Bolsa sobe ao maior nível em quase três meses; dólar cai e fecha a R$ 3,85

Do UOL, em São Paulo

11/06/2019 17h17Atualizada em 11/06/2019 17h39

O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, fechou o dia em alta de 1,53%, a 98.960 pontos, na maior alta diária em duas semanas, desde 28 de maio (1,61%). O avanço fez a Bolsa fechar no maior patamar em quase três meses, desde 19 de março (99.588,37), e se reaproximar de seu recorde histórico, atingido em 18 de março (99.993,92 pontos).

O dólar comercial fechou o dia em queda de 0,88%, cotado a R$ 3,85 na venda. É o menor valor para a moeda em dois meses, desde 10 de abril, quando o dólar fechou valendo R$ 3,824.

O valor do dólar divulgado diariamente pela imprensa, inclusive o UOL, refere-se ao dólar comercial. Para turistas, o valor sempre é maior.

Comissão aprova crédito ao governo

Afetou positivamente o mercado a aprovação, por uma comissão do Congresso Nacional, de créditos extras ao governo federal.

A Comissão Mista de Orçamento aprovou, nesta tarde, o projeto de lei que autoriza uma verba de R$ 248,9 bilhões para o governo pagar despesas como salários e benefícios. A votação aconteceu após governo e oposição chegarem a um acordo para não travar a pauta.

Pela chamada "regra de ouro", o governo não pode fazer dívidas para arcar com seus gastos básicos, a não ser que consiga a aprovação do Parlamento para isso. Sem aprovação, haveria o risco de o governo ficar sem recursos para pagar despesas como salários de servidores, aposentadorias ou Bolsa Família nos próximos meses.

O projeto seguiu na sequência para o plenário, onde ainda não havia sido votado até o fechamento dos mercados.

Acordo com México e impulso da China

Também impulsionaram o otimismo dos mercados notícias do exterior, como o avanço do acordo entre os Estados Unidos e o México, que deve evitar a aplicação de tarifas sobre importações mexicanas.

Na China, indicações de que o governo deve injetar estímulos na construção civil e na economia local estimularam os investidores. Isso pode impulsionar a exportação de vários setores e países, com a indústria siderúrgica brasileira entre uma das grandes possíveis beneficiadas.

(Com Reuters)

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