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Dólar cai 1%, a R$ 4,216, após BC vender US$ 1 bi à vista; Bolsa sobe 0,54%

Do UOL, em São Paulo

28/11/2019 17h02Atualizada em 28/11/2019 18h52

O dólar comercial fechou o dia em queda de 1%, a R$ 4,216 na venda, após ter batido três recordes históricos seguidos. Esta foi a maior baixa percentual em mais de um mês, desde 23 de outubro (-1,05%). Nesta quinta-feira (28), o Banco Central vendeu US$ 1 bilhão à vista.

O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, fechou o dia em alta de 0,54%, aos 108.290,09 pontos.

O valor do dólar divulgado diariamente pela imprensa, inclusive o UOL, refere-se ao dólar comercial. Para turistas, o valor sempre é maior.

BC vende US$ 1 bilhão

Desde a abertura do mercado, a expectativa era de queda do dólar, com investidores à espera da oferta de até US$ 1 bilhão no mercado à vista, anunciada pelo Banco Central na noite anterior. Todo o lote foi vendido. Porém, a queda até então era modesta, na casa de 0,2%.

Por volta de 14h40, as vendas se intensificaram, após o Ministério da Economia revisar dados da balança comercial de novembro para mostrar superávit, e não déficit, como informado anteriormente.

Pelas novas informações divulgadas, o país acumulou, nas quatro primeiras semanas de novembro, saldo comercial positivo de US$ 2,7 bilhões. O país exportou nas quatro primeiras semanas deste mês o equivalente a US$ 13,5 bilhões, ante US$ 9,7 bilhões reportados antes.

Na segunda-feira, o ministério havia informado déficit comercial de US$ 1,099 bilhão no acumulado de novembro. Naquele dia, o dólar fechou numa máxima histórica, impulsionado pelos fracos números da balança e de transações correntes.

"Como alguém já disse: 'No Brasil até o passado é incerto'", afirmou no Twitter o gestor Marcos Mollica, da Opportunity.

O banco suíço Julius Baer melhorou nesta quinta a avaliação para o real, citando espaço limitado para mais fraqueza da moeda brasileira depois da forte desvalorização recente. "Mas, fundamental e estruturalmente, o real parece atraente nos níveis atuais em termos da taxa de câmbio efetiva real (REER) e dos termos de troca", disse o banco em nota.

(Com Reuters)

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