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Dólar fecha em R$ 5,5371 e tem maior cotação em seis meses

Dólar comercial começou a semana em alta de 0,38%, cotado a R$ 5,5371 na venda; É a maior cotação para a moeda em seis meses - Cris Fraga/Estadão Conteúdo
Dólar comercial começou a semana em alta de 0,38%, cotado a R$ 5,5371 na venda; É a maior cotação para a moeda em seis meses Imagem: Cris Fraga/Estadão Conteúdo

Do UOL, em São Paulo*

11/10/2021 17h24Atualizada em 11/10/2021 18h00

O dólar comercial começou a semana em alta de 0,38%, cotado a R$ 5,5371 na venda. É a maior cotação para a moeda em seis meses, quando fechou a R$ 5,5508 em 20 de abril.

O valor do dólar divulgado diariamente pela imprensa, inclusive o UOL, refere-se ao dólar comercial. Para quem vai viajar e precisa comprar moeda em corretoras de câmbio, o valor é bem mais alto.

A moeda é influenciada pelo clima mais arisco no exterior, que respaldou compras defensivas antes do feriado que fechará os mercados financeiros no Brasil amanhã.

Após dias de estabilidade, Bolsa fecha em baixa

Em dia de pouca liquidez diante do feriado, o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores brasileira (B3), fechou a segunda-feira em baixa de 0,58%, aos 112.180,48 pontos. No melhor momento do dia, superou os 113 mil pontos.

A influência negativa das bolsas de Nova York e os temores de crise no mercado imobiliário chinês prevaleceram no Ibovespa, ofuscando os ganhos das ações de empresas de commodities.

A Embraer fechou o dia com uma das maiores altas do Ibovespa. Após anúncio de que a empresa recebeu encomenda de cerca de US$ 1,2 bilhão da companhia aérea NetJets, de Warren Buffett, seus papéis valorizaram 4,89%.

O fechamento de hoje, em baixa, rompe o otimismo visto na última sexta (8), quando o índice fechou em alta de 2,03%, após três dias consecutivos de estabilidade.

O giro financeiro do dia, espremido entre o final de semana e um feriado nacional, somou apenas R$ 25,6 bilhões, também refletindo o movimento mais moderado em Wall Street.

Atenção aos indicadores dos EUA

Segundo profissionais do mercado, enquanto ações de matérias-primas ganham, as de setores ligados a consumo perdem diante do cenário de inflação mais alta. Por isso, a atenção dos agentes deve se concentrar em dados de inflação e vendas no varejo dos Estados Unidos, na ata da última reunião de política monetária do Federal Reserve.

Para o economista-chefe do modalmais, Alvaro Bandeira, diante de temas como o risco de travamento orçamentário nos EUA e de novos indicadores mostrando inflação global em elevação, "os investidores devem seguir com comportamento de maior proteção", limitando ganhos também na bolsa brasileira.

*Com Reuters

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