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Dólar sobe e chega a R$ 5,69; Bolsa fecha em queda de 0,39%

Segundo agentes do mercado, a ampla força do dólar reflete um salto nos rendimentos dos títulos norte-americanos em meio a apostas de que o banco central dos EUA, o Federal Reserve, elevará os juros algumas vezes este ano - Rick Wilking/Reuters
Segundo agentes do mercado, a ampla força do dólar reflete um salto nos rendimentos dos títulos norte-americanos em meio a apostas de que o banco central dos EUA, o Federal Reserve, elevará os juros algumas vezes este ano Imagem: Rick Wilking/Reuters

Do UOL, em São Paulo*

04/01/2022 17h23Atualizada em 04/01/2022 18h39

O dólar comercial subiu 0,48% hoje e terminou o segundo pregão do ano cotado a R$ 5,69 na venda.

Enquanto isso, a Bolsa de Valores de São Paulo fechou nos 103.513,64 pontos, uma queda de 0,39%.

O aumento do dólar foi de 2,05% em relação a semana anterior. Na variação mensal, a moeda americana subiu 0,97% e na anual o crescimento foi de 9,66%.

O valor do dólar divulgado diariamente pela imprensa, inclusive o UOL, refere-se ao dólar comercial. Para quem vai viajar e precisa comprar moeda em corretoras de câmbio, o valor é bem mais alto.

O índice da Bolsa de Valores caiu 1,31% na última semana, subiu 1,57% na variação mensal e despencou 13,03% na variação anual.

Segundo agentes do mercado, a ampla força do dólar reflete um salto nos rendimentos dos títulos norte-americanos em meio a apostas de que o banco central dos EUA, o Federal Reserve, elevará os juros algumas vezes este ano.

Enquanto isso, no Brasil, investidores continuavam monitorando a saúde do presidente Jair Bolsonaro, que segue internado no Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, sem previsão de alta. Nesta terça-feira, foi divulgado boletim médico com a informação de que sua obstrução no intestino se desfez e ele não precisará passar por cirurgia.

A saúde fiscal do Brasil também alerta investidores. Depois de o governo ter aberto, por meio da PEC dos Precatórios, espaço para mais gastos com auxílio à população, os mercados monitoravam a pressão de funcionários públicos por reajustes salariais neste ano, com servidores de várias categorias anunciando planos de paralisação e entrega de cargos.

Quadro de potencial menor crescimento econômico, taxa de juros em alta e inflação em patamares elevados também ajudar a limitar desempenho da Bolsa brasileira.

*Com Reuters

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