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Bolsa cai ao pior nível desde novembro de 2020; dólar sobe 1,45%, a R$ 5,23

Getty Images
Imagem: Getty Images

Do UOL, em São Paulo

23/06/2022 17h24Atualizada em 23/06/2022 18h12

O Ibovespa, principal índice da B3, Bolsa de Valores de São Paulo, engatou o terceiro dia seguido de queda, de 1,45%, a 98.080,34 pontos. É o pior patamar desde 4 novembro de 2020 (97.866,81 pontos). O dólar comercial emendou a segunda alta, de 1,02%, cotado a R$ 5,23 na venda, valor mais alto em mais de quatro meses, desde 11 de fevereiro.

Hoje é o quinto dia seguido que a Bolsa fica abaixo dos 100 mil pontos.

Apesar da recuperação dos preços do minério de ferro nesta sessão, temores de uma recessão global continuam minando perspectivas sobre determinadas commodities e afetando a B3, também enfraquecida por riscos domésticos.

O desempenho da Bolsa foi negativo em todos os cenários. Na variação semanal caiu 1,75%, na mensal, 10,99% e na anual, 6,43%.

As ações com maiores altas foram as da Locaweb (LWSA3), que subiu 9,19%, enquanto o destaque negativo foi a SLC Agrícola (SLCE3), que despencou 6,57%.

Dólar chega a valor mais alto desde 11 de fevereiro

O dólar abandonou a indefinição vista no início do dia e chegou a superar a marca de R$ 5,23, amparado pelo fortalecimento da divisa norte-americana no exterior conforme a perspectiva de uma política monetária apertada nos Estados Unidos alimentava temores de recessão.

O valor do dólar divulgado diariamente pela imprensa, inclusive o UOL, refere-se ao dólar comercial. Para quem vai viajar e precisa comprar moeda em corretoras de câmbio, o valor é bem mais alto.

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