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14/10/2008 - 17h39

Bolsa acumula alta de 16,74% em 2 dias; dólar cai a R$ 2,095

Da Redação
Em São Paulo
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), que havia subido mais de 7% durante a manhã, fechou o dia numa alta mais moderada, de 1,81%, aos 41.569,03 pontos. Durante a tarde, a Bolsa passou a variar entre leves altas e baixas. Em dois dias, a alta foi de 16,74%, mas a perda acumulada no mês ainda é de 16,09% (no ano, o prejuízo é de 34,93%)

A cotação do dólar comercial caiu 2,38% nesta terça-feira e fechou em R$ 2,095. Desde ontem, a moeda americana acumula desvalorização de 9,9%. Ainda assim, a alta registrada em outubro é de 10%.

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Um motivo de preocupação nos mercados nesta sessão foi a previsão da agência de classificação de risco Moody's, segundo a qual onda de quebras nos EUA neste ano ou em 2009.

Entre os ativos de maior peso no Ibovespa, Petrobras PN subiu 1,48%, para R$ 27,30; Vale PNA subiu 0,87%, para a R$ 27,70; BM & FBovespa ON teve queda de 5,20%, para R$ 8,20; Bradesco PN se valorizou 5,15%, a R$ 28,38; e Vale ON caiu 1,59%, para R$ 31,49. (Valor Online)

EUA: US$ 250 bi
O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, disse nesta terça-feira que o governo destinará até US$ 250 bilhões para comprar ações de bancos privados em dificuldade e garantirá a nova dívida emitida por essas instituições.

A medida já era de conhecimento do mercado, mas os detalhes não. O diário nova-iorquino "Wall Street Journal" havia antecipado a notícia de maneira genérica.

Sem pânico
Durante a manhã, prevalecia o otimismo. "Parece que a maré virou, e um derretimento completo dos mercados e uma depressão foram evitados. Investidores podem agora focar, novamente, em fundamentos mais que no grau de pânico do mercado", escreveu Dariusz Kowalczyk, estrategista chefe de investimento do CFC Seymour em Hong Kong, em uma nota a clientes.

Na Ásia, a maior parte das Bolsas fechou em alta. A de Tóquio, que não havia operado ontem devido a um feriado local, bateu recorde ao subir mais de 14%. O banco central japonês anunciou novas medidas de combate à crise financeira.

Recessão
Apesar de avaliações negativas sobre a economia européia, as principais Bolsas da região fecharam em forte alta. O Banco Central Europeu injetou quase US$ 100 bilhões no mercado.

Institutos econômicos disseram que a Alemanha está à beira da recessão; o banco central da França disse que seu país já está em uma. No Reino Unido, a inflação atingiu 5,6% em setembro na taxa anualizada, maior percentual em 16 anos.

(Com informações de AFP, Efe, Reuters e Valor Online)

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