Ex-domésticas e boias-frias viram empresárias e comandam o próprio negócio

Márcia Rodrigues

Colaboração para o UOL, em São Paulo

O  Dia Global do Empreendedorismo Feminino é comemorado em 19 de novembro. Para celebrar a data, o UOL selecionou quatro histórias inspiradoras de ex-empregadas domésticas e ex-boias-frias que hoje são empresárias do ramo da construção, acessórios e alimentação.

Confira as histórias:

Ex-diarista fatura R$ 1,5 milhão por obra com demolidora

Divulgação

A empresária Eliane Nóbrega já trabalhou como diarista para sustentar a família logo que chegou a São Paulo, em 2006. Hoje comanda a Nobre Demolidora e chega a faturar R$ 1,5 milhão em uma única obra. O lucro não foi revelado.

Ela trabalha com demolição sustentável, ou seja, separa o material reciclável na própria obra antes de derrubar a construção. A ideia de criar a empresa surgiu quando ela voltava do trabalho e observava o desperdício de material de construção das demolições.

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Ex-boia-fria fatura R$ 1,8 milhão com semijoias

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Sabrina Nunes precisou cortar cana-de-açúcar para garantir o seu sustento, logo após concluir a faculdade de Serviços Sociais. Por não haver oportunidade de trabalho em Itinga (MG), sua cidade natal, ela resolveu seguir com o padrasto e outros moradores para Maracaju (MS) para trabalhar na colheita de cana.

Hoje, sete anos depois, ela é dona do site Francisca Joias, que vende semijoias, faturou R$ 1,8 milhão no ano passado e estima fechar 2016 com R$ 2,5 milhões. O lucro não foi revelado.

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Ex-doméstica abre restaurante de comida caseira

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Com a ajuda do ex-patrão, a empresária Ranael Ribeiro Nascimento mais conhecida como Teka, realizou o sonho de ter o seu próprio restaurante. Ela inaugurou o Pitada Caseira, em julho de 2015, e serve comida caseira em pratos feitos, que custam R$ 10, e em bufê estilo coma à vontade, por R$ 14,99.

Teka trabalhou por 10 anos como doméstica em uma casa, em São Paulo. Quando a família decidiu mudar para o exterior, o ex-patrão teve a ideia de apoia-la em abrir o seu negócio. Ele se juntou a dois amigos, e os três investiram cerca de R$ 60 mil em um restaurante para ela comandar.

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De boia-fria e doméstica para dona de rede de bolos caseiros

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Antes de comandar a Sodiê Doces, rede com 260  lojas espalhada pelo Brasil, a empresária Cleusa Maria da Silva trabalhou como boia-fria e empregada doméstica. Ela viu uma oportunidade de negócio quando os bolos de festa que fazia para complementar a renda da família ficaram famosos na cidade de Salto (101 km a noroeste de São Paulo).

Chegar a esses números exigiu trabalho e dedicação. No começo, ela conciliava a produção dos bolos encomendados com o trabalho em uma empresa de alto-falantes. "Na hora do almoço, eu ia para casa e assava os bolos. À noite, montava e confeitava. Na manhã seguinte, finalizava e fazia as entregas na hora do almoço. Era uma correria", diz Silva.

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