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    • São Paulo [5106];
    • Emprego [9149]; Economia [22373]; Crise [13286]; Vendedor ambulante [55413]; Empreendedorismo [12640];
Fotos

Depois de ficar meses desempregado, Jairo Rosendo de Freitas, 34, decidiu vender água e amendoim na av. Interlagos, zona sul de São Paulo, vestido como garçom. Clique nas fotos acima para conhecer sua rotina de trabalho Reinaldo Canato/UOL Mais

Toda manhã, antes de sair de casa para vender água na rua, Jairo de Freitas toma café com a família Reinaldo Canato/UOL Mais

Depois do café, Jairo de Freitas arruma as garrafas que venderá no dia. São cerca de 120, arrumadas em dois isopores Reinaldo Canato/UOL Mais

Jairo de Freitas se veste como um garçom para vender água na rua, com calça e camisa social, além da gravata borboleta Reinaldo Canato/UOL Mais

Ele teve a ideia quando estava desempregado e viu vendedores na rua. "Mas eu quis fazer diferente. Decidi vender vestido de garçom, como um marketing" Reinaldo Canato/UOL Mais

Ele diz que carrega cerca de 120 garrafas de água por dia, em duas caixas, levadas por um carrinho de mão Reinaldo Canato/UOL Mais

Jairo de Freitas se despede da mulher para ir vender água Reinaldo Canato/UOL Mais

Morador do bairro de Americanópolis, zona sul de São Paulo, Jairo diz que costuma levar cerca de meia hora para chegar ao ponto onde vende as garrafas Reinaldo Canato/UOL Mais

O filho e o enteado o ajudam a empurrar o carrinho para chegar até o ponto de ônibus Reinaldo Canato/UOL Mais

O trajeto para chegar ao ponto de ônibus não é longo, mas é cansativo, por causa do peso Reinaldo Canato/UOL Mais

Jairo de Freitas chama o ônibus que vai levá-lo ao ponto onde vende garrafas de água Reinaldo Canato/UOL Mais

Homem ajuda o vendedor a subir no ônibus com as caixas cheias de garrafas de água Reinaldo Canato/UOL Mais

Dentro do ônibus, o trajeto não é longo. Demora cerca de 20 minutos Reinaldo Canato/UOL Mais

O vendedor chega ao ponto de trabalho, na av. Interlagos, zona sul de São Paulo Reinaldo Canato/UOL Mais

Ele se instala no pouco espaço da ilha da avenida, entre o trânsito movimentado, para vender as garrafas Reinaldo Canato/UOL Mais

O UOL conversou com Jairo de Freitas às 11h de 15 de outubro, segundo dia mais quente do ano na capital paulista até então Reinaldo Canato/UOL Mais

Jairo de Freitas diz que costuma trabalhar até às 18h, ou até acabar as garrafas de água Reinaldo Canato/UOL Mais

Ele vende as garrafas de água por R$ 2. Freitas diz que consegue juntar ao final do mês o mesmo que ganhava quando trabalhava em construção ou em lojas, mas sobra pouco dinheiro Reinaldo Canato/UOL Mais

Ele tem dois desejos: um carro, para ajudá-lo na rotina de vendedor, e um dia abrir o próprio negócio Reinaldo Canato/UOL Mais

Por enquanto, Jairo de Freitas não quer voltar a ser funcionário. "Na rua, trabalho para mim mesmo. Meu patrão é Deus." Reinaldo Canato/UOL Mais

Ex-gerente vende água vestido como garçom

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