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Petrobras lidera ganho entre ações recomendadas em novembro

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Márcio Anaya

Colaboração para o UOL, em São Paulo

01/12/2020 04h00

A gigante Petrobras foi o grande destaque de novembro entre as ações mais recomendadas para o período, considerando as carteiras de oito corretoras monitoradas pelo UOL Economia+. A Vale também ficou bem posicionada.

Veja o ranking completo com o desempenho das seis ações mais indicadas* no Achados da Bolsa:

1) Petrobras PN (31,5%): Divulgou plano estratégico para o período 2021-2025, com previsão de investir US$ 55 bilhões.

2) Vale (28,8%): Obteve licença para retomada e expansão das atividades em Serra Leste (PA), paralisadas desde janeiro de 2019.

3) B3 (9,9%): A Bolsa caminha para fechar novembro com um recorde de entrada líquida de capital estrangeiro, na casa de R$ 31 bilhões no mercado secundário (ações já listadas), até o dia 26.

4) Gerdau PN (4,2%): Siderúrgica terá, pela primeira vez na história, uma mulher à frente de uma de suas operações industriais

5) Via Varejo (3,4%): Vendas brutas na Black Friday deste ano totalizaram R$ 3 bilhões, com alta de 37% em base anual.

6) Magazine Luiza (-5,1%): Vendas online da rede tiveram alta de "triplo dígito médio" (acima de 100%) em novembro, impulsionadas pela Black Friday.

*Levantamento feito com base nas carteiras recomendadas pelas seguintes instituições: Ágora Investimentos, BB Investimentos, BTG Pactual, Guide Investimentos, Mirae Asset Corretora, MyCap Investimentos, Necton Investimentos e Planner Corretora.

Petrolífera anuncia investimentos para 2021-2025

As ações preferenciais (PN) da Petrobras figuraram em metade dos oito portfólios indicados para novembro, conforme acompanhamento do UOL Economia+.

Os papéis encerraram o mês com valorização de 31,5%, frente a um ganho de 15,9% do Ibovespa, principal índice da Bolsa. A estatal foi uma das novidades escolhidas pela Necton Investimentos para a carteira mensal e se manteve entre as recomendações feitas pela Ágora Investimentos, BTG Pactual e MyCap.

Na semana passada, a petrolífera divulgou seu aguardado plano estratégico para o período 2021-2025. A estimativa de investimentos alcança US$ 55 bilhões, com ênfase em exploração e produção de petróleo e gás - que deve consumir cerca de 84% dos recursos. Somente na camada do pré-sal, estão previstos desembolsos da ordem de US$ 32 bilhões.

A companhia anunciou ainda que, nesse intervalo de cinco anos, seu programa de venda de ativos deve somar entre US$ 25 bilhões e US$ 35 bilhões.

Vale tem segunda maior alta

Líder de recomendações em novembro, com seis apontamentos, as ações da Vale fecharam o mês passado com alta de 28,8% - segundo melhor desempenho entre os ativos mais indicados para o período.

Recentemente, a mineradora comunicou ter recebido licença para retomar e ampliar suas operações em Serra Leste, que fica no município de Curionópolis (PA). As atividades estavam paralisadas desde janeiro do ano passado, após a companhia ter atingido o limite da área até então licenciada para a extração de minério de ferro. Com a notícia, a empresa espera recuperar a capacidade produtiva de 400 milhões de toneladas por ano.

Magazine Luiza é única baixa entre indicações

As ações do Magazine Luiza fecharam novembro com desvalorização de 5,1%, único resultado negativo entre as principais recomendações monitoradas pelo UOL Economia+. A varejista divulgou ontem (30) que suas vendas digitais tiveram crescimento de "triplo dígito médio" (acima de 100%) em novembro, superando a meta do período. Em comunicado, a companhia destaca a estratégia de, ao longo do mês passado, antecipar ofertas da Black Friday - que aconteceu oficialmente no último dia 27.

Com o desempenho, a empresa diz ter ampliado em dez pontos percentuais sua fatia de mercado no comércio eletrônico brasileiro, em novembro frente a igual intervalo de 2019, segundo acompanhamento da Ebit/Nielsen.

Os códigos e preços das ações citadas podem ser conferidos na página de cotações do UOL Economia.

Este material é exclusivamente informativo, e não recomendação de investimento. Aplicações de risco estão sujeitas a perdas. Rentabilidade do passado não garante rentabilidade futura.