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Qual o risco de ter dinheiro parado na conta da corretora de valores?

Exclusivo para assinantes UOL

Colaboração para o UOL, em São Paulo

18/06/2021 04h00

Pronto. Você transferiu o seu dinheiro da conta corrente para a conta da corretora de valores. E agora? Se o dinheiro ficar parado nessa conta ou se ele for investido, o risco é o mesmo? Essa dúvida foi respondida no Papo com Especialista, programa semanal e ao vivo do UOL Economia+.

Antes de falar dos riscos, o economista César Esperandio fez um alerta: "se deixar a grana parada na corretora, daí não rende nada", disse. Assista ao vídeo abaixo e veja se há riscos, e confira a análise feita pelo economista.

O Papo com Especialista é transmitido sempre às quintas-feiras, das 15h às 16h, na página inicial do UOL e do UOL Economia+. O programa é exclusivo para assinantes e, após a transmissão ao vivo, fica disponível para consulta.

Investir é o propósito

Quando você aplica o dinheiro, em algum ativo, como títulos ou ações, o seu dinheiro não está mais na corretora.

"Se você investir num CDB, por exemplo, você está emprestando dinheiro para o banco, que vai usar esse dinheiro para alguma finalidade. Se investir em LCA, o banco vai fomentar o agronegócio; em LCI, os recursos vão para o mercado imobiliário, e assim por diante. Investir em Tesouro Direto é emprestar para o governo. Ao comprar ações, você passa a ser sócio daquela empresa", explicou Esperandio, que também é do canal Econoweek.

Portanto, ao tirar o dinheiro da sua conta da corretora e direcionar para algum investimento, seu dinheiro não está mais na corretora, mas na empresa onde você investiu.

Investimentos têm mecanismos de segurança

E é aí que está o "risco": no seu investimento. "Mas cada tipo de investimento tem o seu mecanismo de segurança. O CDB, por exemplo, é protegido pelo FGC [Fundo Garantidor de Créditos]. Assim como alguns outros títulos de renda fixa privada", disse o economista.

No FGC, a proteção é de até R$ 250 mil numa mesma instituição financeira emissora daquele título, limitado a R$ 1 milhão por CPF, a cada quatro anos.

"Então, se você tiver investimentos que somam até R$ 1 milhão [limitados a R$ 250 mil por instituição financeira], você tem esse montante protegido a cada quatro anos, em caso de falência das instituições emissoras dos títulos", disse.

Já o risco de estar com o dinheiro parado na conta da corretora é apenas no caso de falência desta empresa.

"Como o propósito é investir, então, não perca tempo e não deixe o dinheiro parado na conta. Não porque seja arriscado, mas porque você está deixando de rentabilizar o seu dinheiro", declarou Esperandio.

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Este material é exclusivamente informativo, e não recomendação de investimento. Aplicações de risco estão sujeitas a perdas. Rentabilidade do passado não garante rentabilidade futura.