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Recebeu uma bolada? Veja como investir para não acabar sem dinheiro

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Colaboração para o UOL, em São Paulo

27/09/2021 04h00

Independentemente do seu perfil de investidor, onde você aplicaria R$ 100 mil, R$ 200 mil ou mesmo R$ 400 mil? Se você recebeu uma bolada, deve estar perdido sem saber que estratégia seguir para que ela não desapareça. No Papo com Especialista, programa semanal e ao vivo do UOL, o economista César Esperandio explicou que é preciso dividir o dinheiro para cada objetivo.

Veja abaixo como dividir a bolada para não ficar sem dinheiro e assista ao trecho do programa. O Papo com Especialista é um tira-dúvidas sobre investimentos exclusivo para assinantes e é transmitido toda quinta-feira, às 15h.

Investimentos alinhados aos seus objetivos

Se você nunca investiu em nada, a primeira coisa a se fazer é montar a sua reserva de emergência, segundo Esperandio, que também é do canal Econoweek.

"Depois disso, você precisa traçar metas e buscar os investimentos alinhados a esses propósitos, pensando no curto, médio e longo prazo", disse.

Por exemplo, para uma bolada de R$ 400 mil, R$ 50 mil seriam direcionados para a reserva de emergência, outros R$ 50 mil para resgatar em seis meses (curto prazo) e os R$ 300 mil restantes para metas de longo prazo.

Na plataforma App Renda Fixa, você pode buscar títulos de acordo com cada prazo que você traçou.

Por exemplo: no dia 9 de setembro, havia um título CRI (Certificado de Recebíveis Imobiliários) com vencimento em sete anos, pagando IGPM mais um bônus de 3,15%. O IGPM acumulado nos últimos 12 meses está em 31%.

"Há muitas opções de títulos para o longo prazo, mas não coloque os R$ 300 mil num único investimento. Diversifique", disse o economista.

A fatia dos R$ 300 mil, para longo prazo, também deve ser dividida, de acordo com suas metas. Uma parte, por exemplo, pode ir para a aposentadoria. Neste caso, investimentos que protegem seu dinheiro da inflação, como o Tesouro IPCA, título do Tesouro Direto atrelado à inflação, ou CDBs que paguem acima da inflação, são opções.

Outra parte pode ser direcionada para outro objetivo de longo prazo, como a compra de uma casa ou o pagamento da faculdade do seu filho. Para essas metas, há opções como debêntures e títulos prefixados.

Além disso, com essa fatia também é possível arriscar mais, apostando em investimentos mais arrojados e que podem render mais no longo prazo, como fundos imobiliários e ações. Mas para isso, é preciso entender seu perfil de risco.

Vale ressaltar que as condições de investimentos citadas aqui são referentes ao dia 9 de setembro. As taxas podem variar de um dia para o outro.

Títulos protegidos pelo FGC

O economista alerta para você buscar títulos protegidos pelo FGC (Fundo Garantidor de Créditos). O FGC protege até o limite de R$ 250 mil por instituição financeira e até R$ 1 milhão por CPF.

"Se a instituição financeira falir, o FGC vai devolver toda a grana com a rentabilidade até o limite de R$ 250 mil. O que rendeu a mais desse limite perde a proteção", disse Esperandio.

Por isso, vale montar a estratégia de comprar títulos de instituições financeiras diferentes.

Papo com Especialista é toda quinta-feira

O programa Papo com Especialista é transmitido às quintas-feiras, das 15h às 16h, na página inicial do UOL, no UOL Economia e na página de Investimentos, e é exclusivo para assinantes. Reveja programas anteriores aqui.

Você pode enviar perguntas ao Papo pelo e-mail uoleconomiafinancas@uol.com.br —elas podem ser respondidas no programa.

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Este material é exclusivamente informativo, e não recomendação de investimento. Aplicações de risco estão sujeitas a perdas. Rentabilidade do passado não garante rentabilidade futura.

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