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Diretor do Goldman Sachs defende Acordo de Paris

Nova York, 1 Jun 2017 (AFP) - O banco de investimentos Goldman Sachs, uma das fontes de assessores do governo de Donald Trump, se uniu ao coro das grandes empresas que criticam a decisão tomada pelo presidente dos EUA, nesta quinta-feira, de se retirar do Acordo de Paris sobre o clima.

"A decisão de hoje é um golpe para o meio ambiente e para a posição de liderança dos Estados Unidos no mundo", disse o CEO do Goldman Sachs, Lloyd Blankfein, no Twitter.

Foi o primeiro tuíte de Blankfein, que aderiu a essa rede social há seis anos. Sua declaração também foi retuitada pela conta oficial de sua instituição.

Blankfein apoiou a oponente democrata de Trump na corrida pela Casa Branca no ano passado, Hillary Clinton, mas vinha manifestando sua esperança na administração Trump desde a eleição.

O governo Trump contratou vários ex-executivos do Goldman para ocupar cargos de alto escalão, incluindo Gary Cohn, ex-vice-presidente de Blankfein.

Chefe do Conselho Econômico Nacional do presidente, Cohn era considerado um defensor do Acordo de Paris.

O secretário do Tesouro americano, Steven Mnuchin, também trabalhou no Goldman Sachs, assim como o assessor estratégico da Casa Branca, Steve Bannon.

lo-jmb/acb/gv/tt/lr

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