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DeepMind, da Alphabet, cria unidade de ética no uso de inteligência artificial

Washington, 4 Out 2017 (AFP) - A DeepMind, empresa do Google focada na inteligência artificial, anunciou o lançamento da unidade "ética e sociedade" para estudar o impacto das novas tecnologias na sociedade.

O anúncio do grupo londrino, adquirido pela Alphabet em 2014, é o esforço mais recente no setor da tecnologia para aliviar as preocupações com que a robótica e a inteligência artificial saiam do controle humano.

"Como cientistas que desenvolvem tecnologias de IA, temos a responsabilidade de conduzir e apoiar a pesquisa aberta e a investigação sobre as implicações mais amplas do nosso trabalho", disseram na terça-feira Verity Harding e Sean Legassick, da DeepMind, em uma publicação do blog.

"Na DeepMind, partimos da premissa de que todas as aplicações de IA devem permanecer sob controle humano significativo e ser usadas para fins socialmente benéficos. Compreender o que isso significa na prática requer uma investigação científica rigorosa sobre os desafios mais sensíveis que enfrentamos".

O texto indica que o foco será garantir usos "verdadeiramente benéficos e responsáveis" para a inteligência artificial.

"Se as tecnologias de IA são para servir a sociedade, elas devem ser moldadas pelas prioridades e preocupações da sociedade", escreveram.

Google e DeepMind são membros da Parceria de IA para Beneficiar as Pessoas e a Sociedade, que inclui o Facebook, Amazon, Microsoft e outras empresas de tecnologia.

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