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Wall Street tem queda atenuada por reforma fiscal

Nova York, 1 dez 2017 (AFP) - Wall Street fechou em baixa nesta sexta-feira (1) derrubada pelas tensões políticas. Um ex-assessor do presidente Donald Trump se declarou culpado de mentir ao FBI, mas as ações voltaram a subir porque a reforma fiscal está perto de ser aprovada.

O índice industrial Dow Jones recuou 0,17%, a 24.231,59 unidades, o tecnológico Nasdaq perdeu 0,38%, a 6.847,59 unidades, e o S&P 500 caiu 0,20%, a 2.642,22 unidades.

Na semana, o Dow avançou 2,78%, o Nasdaq caiu 0,61% e o S&P 500 teve alta de 1,51%.

Os índices fecharam nesta sexta-feira com perdas menores porque os líderes republicanos acertaram suas diferenças e se encaminham para aprovar ainda hoje, no Senado, a esperada reforma tributária.

O mercado de ações ficou abalado quando o ex-conselheiro de Trump, Michael Flynn, se declarou culpado e disse que estava disposto a cooperar na investigação do FBI sobre a suposta interferência da Rússia na candidatura presidencial de Trump no ano passado.

Os principais comentaristas de televisão disseram que a declaração de Flynn aproxima Trump da investigação.

Um tuíte do repórter da ABC News Brian Rosso disse que Flynn estava se preparando para depôr que, quando candidato, Trump "ordenou que ele entrasse em contato com os russos".

A sucessão de notícias abalou os operadores de Wall Street.

"O mercado acha que provavelmente há algo a mais nessa história", disse Art Hogan, da Wunderlich Securities. "A reação do mercado é lógica, com tudo o que está acontecendo", acrescentou.

Os operadores voltaram a comprar quando os republicanos garantiram a reforma tributária, o que atenuou as perdas, disseram outros analistas.

O mercado de títulos fechou em alta. O rendimento dos bônus do Tesouro a 10 anos caiu a 2,362%, contra 2,417% da quinta-feira, e o rendimento dos bônus a 30 anos caiu a 2,762, ante 2,333% da véspera.

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