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Adidas promete que 30% de seus novos contratados nos EUA serão negros e latinos

Funcionários da Adidas criticaram recentemente a empresa por não fazer o suficiente para combater a discriminação racial - Picture Alliance via Getty Images
Funcionários da Adidas criticaram recentemente a empresa por não fazer o suficiente para combater a discriminação racial Imagem: Picture Alliance via Getty Images

Em Washington (Estados Unidos)

10/06/2020 09h22

A empresa alemã de materiais esportivos Adidas divulgou ontem que 30% de todas as novas contratações da filial nos Estados Unidos serão de pessoas negras e latinas.

A gigante do esporte anunciou a nova medida, entre várias outras, no dia do funeral de George Floyd, um cidadão afro-americano que foi morto por um policial branco em Minneapolis. Este caso provocou protestos em todo o país contra o racismo e a brutalidade policial.

"Os eventos das duas últimas semanas nos fizeram refletir sobre o que podemos fazer para enfrentar as forças sistêmicas e culturais que apoiam o racismo", disse o CEO da Adidas, Kasper Rorsted, em comunicado.

Funcionários da Adidas criticaram recentemente a empresa por não fazer o suficiente para combater a discriminação racial.

O grupo também anunciou que, nos próximos quatro anos, vai aumentar em US$ 20 milhões (por volta de R$ 97,2 milhões) sua verba destinada a programas de apoio para as comunidades afro-americanas: um de basquete para comunidades vulneráveis, uma escola de design de calçados e um programa para apoiar a comunidade negra a através do esporte.

A empresa também prometeu 50 bolsas de estudos anuais para seus funcionários negros pelos próximos cinco anos.

Economia