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Queda do rand poderia dobrar turismo de vinho na África do Sul

Tshepiso Mokhema

(Bloomberg) - O turismo baseado no setor de vinhos da África do Sul tem potencial para mais do que dobrar de tamanho nos próximos nove anos, porque a desvalorização do rand torna o país cada vez mais atraente para os visitantes, de acordo com uma organização que representa os produtores.

O mercado poderia crescer dos atuais 6 bilhões de rands para 15 bilhões de rands (US$ 930 milhões) em 2025, disse Rico Basson, diretor administrativo da Vinpro, que tem mais de 3.600 produtores de vinhos e adegas como membros.

Depende dos grupos locais que sustentam o Wine Industry Strategic Exercise, ou WISE, desenvolver o potencial econômico do enoturismo na África do Sul, que está crescendo a um ritmo de 7% ao ano, de acordo com Basson.

O mercado para turistas estrangeiros "é uma área de foco que poderia facilmente dobrar e crescer exponencialmente, em especial com o rand desvalorizado", disse Basson em uma entrevista por telefone, de Paarl, perto da Cidade do Cabo.

A moeda caiu 28% em relação ao dólar nos últimos 12 meses.

O sétimo maior produtor do mundo, a África do Sul tem quase 100 mil hectares de vinhedos, a maioria na província do Cabo Ocidental. O primeiro vinho do país foi produzido em 1659, de acordo com o grupo do setor Wines of South Africa, e o setor atualmente emprega cerca de 300 mil pessoas.

Um dos objetivos do WISE é expandir o turismo do vinho a partir de mercados-chave dos EUA, da China e de países no restante da África, disse Basson.

Título em inglês: 'Wine Tourism in South Africa May Double by 2025 as Rand Tumbles'

 

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