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China ampliará repressão à negociação de criptomoedas, dizem fontes

Bloomberg News

15/01/2018 13h02

(Bloomberg) -- A China está ampliando a repressão à negociação de criptomoedas, mirando plataformas on-line e aplicativos móveis que oferecem serviços semelhantes a bolsas, segundo pessoas a par do assunto.

Apesar de terem proibido as bolsas de criptomoedas no ano passado, as autoridades notaram nos últimos tempos um pequeno aumento da atividade em lugares alternativos. O governo planeja impedir o acesso doméstico a plataformas locais e do exterior que permitem negociações centralizadas, disseram as pessoas, sem detalhar como as autoridades definem essas plataformas.

As autoridades também se concentrarão em indivíduos e empresas que oferecem serviços de criação de mercado, liquidação e compensação para negociações centralizadas, disseram as pessoas, que pediram anonimato porque a informação é privada. As pequenas transações ponto a ponto não estão na mira, disseram.

A repressão do governo chinês sacudiu os mercados globais de bitcoin e de outros tokens digitais nos últimos meses. Órgãos reguladores de todo o mundo estão intensificando um exame minucioso das criptomoedas em meio a preocupações sobre especulações excessivas, lavagem de dinheiro e evasão de impostos.

Até o início do ano passado, a China era o mercado mais ativo em negociação de bitcoins em bolsas. O país ainda abriga alguns dos maiores mineradores de bitcoins, embora eles tenham começado a procurar outro lugar, já que as autoridades locais estão pedindo restrições para o setor.

O banco central da China não respondeu imediatamente a um pedido de comentário enviado por fax.

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