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Grau de otimismo de gestor de US$ 1 tri é o maior desde 2007

Fabio Benedetti-Valentini e Erik Schatzker

26/01/2018 14h00

(Bloomberg) -- O responsável pelo braço de gestão de recursos da Natixis, que cuida de US$ 1 trilhão, disse que não se "sente tão bem assim desde 2007", considerando o crescimento econômico no mundo todo e a estabilidade das taxas de juros.

Embora os mercados possam enfrentar uma correção no longo prazo, isso não é motivo para as pessoas não investirem agora, disse o presidente da Natixis Investment Management, Jean Raby, em entrevista à Bloomberg Television durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, nesta sexta-feira.

Apesar das entradas de dinheiro em gestoras de recursos que usam estratégias passivas de investimento, Raby não pretende implantar essa abordagem na Natixis Investment, que faz parte do grupo financeiro sediado em Paris.

"Nosso estilo ativo de gestão de recursos continuará oferecendo valor pelo dinheiro dos nossos clientes em 2018 e quero continuar focado nisso", disse Raby. Segundo ele, a gestão ativa será o melhor caminho em um ambiente de menos correlação.

Mesmo com as dificuldades para prever as tendências do mercado acionário adiante, "estamos no final de um período de 30 anos de ganhos no mercado de títulos" e até mesmo um acréscimo de 1 ponto percentual nos juros teria "impacto significativo sobre o mercado de títulos, portanto é melhor ser cauteloso ali".

Raby já trabalhou no Goldman Sachs Group e entrou na Natixis no ano passado para cuidar das operações de gestão de recursos, incluindo as divisões Harris Associates e Loomis Sayles, nos EUA.

Em novembro, a Natixis anunciou que pretende atrair 100 bilhões de euros (US$ 125 bilhões) em recursos líquidos do mundo todo para suas operações de gestão de recursos nos próximos três anos.

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