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BlackRock cobra empresas por falta de mulheres em conselhos

Emily Chasan

(Bloomberg) -- A BlackRock, maior gestora de ativos do mundo, está pedindo explicações às empresas com poucas ou nenhuma mulher em seus conselhos, afirmando que grupos mais diversos tomam melhores decisões.

O grupo de administração de investimentos da firma enviou cartas nesta semana a todas as empresas do Russell 1000 com menos de duas mulheres na direção, cobrando justificativas a respeito de como a situação se alinha a suas estratégias de longo prazo e relatórios sobre os esforços para ampliação da diversidade nos conselhos. Há 367 empresas do Russell 1000 com menos de duas mulheres em seus conselhos, segundo dados compilados pela Bloomberg.

"Independentemente do setor, da localização e do tamanho de uma empresa, acreditamos que a falta de diversidade no conselho mina a capacidade de tomar decisões estratégicas efetivas", afirmou a BlackRock na carta assinada por Michelle Edkins, chefe global de administração de investimentos da gestora de ativos com sede em Nova York. Segundo a firma, um conselho diverso ajuda a empresa a atrair e reter funcionários.

Além disso, a BlackRock atualizou suas diretrizes de votação por procuração, adicionando uma cláusula segundo a qual espera que as empresas tenham pelo menos duas diretoras em seus conselhos.

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