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Após buscas em escritórios, Uber pede "diálogo" em Buenos Aires

Buenos Aires, 9 set (EFE).- O Uber pediu nesta sexta-feira às autoridades de Buenos Aires que abram um "espaço de diálogo" para abordar a atividade do aplicativo digital de transporte, depois que a Justiça autorizou ontem buscas em 13 escritórios e domicílios de gerentes e motoristas, informou a empresa americana.

"Acreditamos que o progresso só é possível através da mudança e isso implica defender o que é melhor para os cidadãos. Por isso pedimos às autoridades da cidade de Buenos Aires um espaço de diálogo para trabalhar em alternativas regulatórias que busquem, por meio da tecnologia, complementar as opções de mobilidade existentes", afirmou o Uber em um comunicado.

"Apesar do difícil período que atravessa a economia argentina, mais de 1.000 cidadãos já encontraram em aplicativos como o Uber uma fonte digna e flexível de renda para seus lares", acrescentaram.

O aplicativo começou a funcionar - em meio a protestos dos taxistas - no último dia 12 de abril na capital argentina e, apesar de a Justiça ter ordenado sua paralisação, continua funcionando.

No marco da causa aberta pela Justiça argentina para investigar a atividade da empresa, nesta quinta-feira foram realizadas buscas na sede do Uber na Argentina, nos domicílios particulares de dois executivos que estiveram a cargo da companhia até junho e nos de outros dois gerentes atuais.

Os demais procedimentos foram em domicílios particulares de motoristas associados da plataforma, que são investigados por terem realizado atividades lucrativas não autorizadas no espaço público, mas também por exercer ilegalmente uma atividade ao ter excedido os limites de sua licença de motorista.

"Reiteramos nosso respaldo absoluto para os associados, e nosso compromisso de continuar brindando aos usuários viagens seguras e confiáveis ao toque de um botão em seu celular", destacou o Uber hoje.

Como resultado das buscas foram apreendidos documentos que ligam os mais de 20 acusados com as atividades ilegais da empresa e foram confiscados celulares, computadores e outros dispositivos utilizados pela companhia.

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