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Uber terá que pagar 1,2 milhão de euros a associação de taxistas na França

Paris, 12 out (EFE).- A filial do Uber na França foi condenada nesta quarta-feira a pagar de 1,2 milhão de euros à União Nacional de Táxis (UNT) por ter dado a entender a seus motoristas que eles podiam sair às ruas em busca de clientes que não tivessem pedido o veículo, o que é proibido.

O Tribunal de Apelação de Paris confirmou assim uma sentença dada em primeira instância em 27 de janeiro, na qual os juízes tinham lembrado que estar em via pública à espera de potenciais clientes é uma prerrogativa exclusiva dos táxis. A UNT tinha apresentado uma denúncia contra o Uber pela "ambiguidade" na comunicação da empresa com seus motoristas, para os quais ela falava da possibilidade de estacionar na rua com a intenção de captar passageiros que quisessem fazer uma corrida acionar o aplicativo.

Em dezembro de 2014, o Tribunal de Comércio tinha pedido à filial francesa da companhia para retirar qualquer mensagem que apresentasse como lícito "o fato de parar, estacionar ou circular" pelas ruas "à espera de clientes sem ser titular de uma autorização reservada aos táxis".

O Tribunal de Grande Instância de Paris considerou, no início de 2015, que a empresa não só estava desrespeitando essas obrigações, como incitava os motoristas a irem para pontos de grande demanda.

Em uma primeira reação a decisão do Tribunal de Apelação, o presidente da UNT, Alain Griset, comemorou a sentença e lembrou que, desde 2014, sua organização "multiplica os recursos contra a multinacional Uber para acabar com a organização de táxis clandestinos".

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