Argentina registra inflação de 1,1% em setembro

Buenos Aires, 13 out (EFE).- Os preços ao consumidor na Argentina subiram em setembro 1,1% em relação ao mês anterior, informou nesta quinta-feira o Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec).

Assim como em agosto - que a inflação foi de 0,2% -, o aumento dos preços foi marcado pela decisão da Corte Suprema de Justiça de confirmar parcialmente a sentença que declarava nulos os polêmicos reajustes nas tarifas de gás determinados pelo governo em abril.

Os setores que registram maior variação foram alimentos e bebidas (0,79%) e vestuário (0,39%). Por outro lado, tiveram índices negativos apenas o setor de habitação e serviços básicos (-0,55%).

Esta é a quinta medição divulgada pelo Indec este ano, depois de a apresentação do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) ter sido suspensa pela reforma implementada após a chegada de Mauricio Macri à presidência em dezembro.

De forma paralela aos dados oficiais, a oposição no Congresso divulga a cada mês uma medição do IPC com base em cálculos de consultorias privadas. O chamado "IPC Congresso" afirmou que a inflação em setembro foi de 0,8%. No ano, o índice chega a 42%.

Reduzir a inflação é um dos principais objetivos de Macri. Em várias ocasiões, o presidente e seus ministros já afirmaram que estão tendo sucesso na missão e que os preços estão caindo.

"Se tivermos um crescimento de 3,5% no ano que vem e uma inflação de 17%, será a inflação mais baixa em dez anos. Já o crescimento será o maior em seis anos", disse no início de outubro o ministro da Fazenda e Finanças da Argentina, Alfonso Prat-Gay.

Receba notícias do UOL. É grátis!

Facebook Messenger

As principais notícias do dia pelo chatbot do UOL para o Facebook Messenger

Começar agora

Receba por e-mail as principais notícias, de manhã e de noite, sem pagar nada. É só deixar seu e-mail e pronto!

UOL Cursos Online

Todos os cursos