Argentina afirma que acordo entre UE e Mercosul não pode mais ser adiado

Buenos Aires, 2 jun (EFE).- O chefe de gabinete do governo da Argentina, Marcos Peña, pediu nesta sexta-feira em Buenos Aires que o acordo comercial entre a União Europeia (UE) e o Mercosul não seja mais adiado, já que é "vital" para a defesa dos valores que unem ambos blocos.

Durante o almoço de encerramento do fórum "Argentina - União Europeia: Oportunidades de uma nova relação estratégica", Peña repassou o estado das conversações entre os blocos e assegurou que a integração global é a melhor maneira de combater problemas como a pobreza e a desigualdade.

"Em um mundo complexo, fortalecer essa relação é vital, não só pela integração econômica, mas também pela defesa dos valores que nos unem: a democracia, a economia integrada, os direitos humanos", declarou o chefe dos ministros da Argentina, que assegurou que a chegada desse acordo passa por uma decisão "política".

Para o dirigente, as conversas entre a UE e o Mercosul avançam graças ao impulso da Argentina desde a posse de Mauricio Macri como presidente em dezembro de 2015, que fez da abertura "ao mundo "uma política de Estado.

Neste sentido, lembrou que o país sul-americano recebeu desde 2016 mais visitas de governantes estrangeiros que no acumulado dos últimos anos; uma amostra, segundo disse, da vocação de assumir protagonismo exterior e da confiança que os demais países depositaram no novo rumo da Argentina.

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