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Apesar de crise política, Banco Mundial diz que economia do Brasil crescerá

  • Getty Images

Montevidéu, 2 ago (EFE).- O economista-chefe do Banco Mundial para a América Latina e o Caribe, o uruguaio Carlos Végh, disse nesta quarta-feira (2) que a economia do Brasil irá crescer neste ano, apesar da crise política enfrentada pelo país.

"Acredito que (Michel) Temer vai completar seu mandato e que o Brasil vai crescer pouco, mas crescerá", afirmou o especialista uruguaio, que indicou que esse avanço se deve à dicotomia que existe entre a política e a economia no país.

As declarações de Végh ocorrem no mesmo dia em que a Câmara dos Deputados vota se autoriza ou não o STF (Supremo Tribunal Federal) a iniciar um julgamento por corrupção contra Temer.

Durante um simpósio intitulado "América Latina e o Caribe: desafios macroeconômicos no curto e médio prazo", realizado no Uruguai, o economista-chefe do Banco Mundial afirmou que o Brasil está saindo de uma recessão profunda depois de dois anos consecutivos de retração de seu PIB (Produto Interno Bruto).

O governo brasileiro fez no último ano revisões nos principais indicadores macroeconômicos em meio à crise política que ameaça a sequência de Temer, acusado de corrupção passiva.

A economia brasileira contraiu 3,8% em 2015, seu pior resultado em 25 anos, e de 3,6% em 2016, completando dois anos seguidos de retração, algo que não ocorria desde a década de 1930.

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