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Itália rejeita pulseiras criadas pela Amazon para agilizar trabalho

Roma, 2 fev (EFE).- O Governo italiano rejeitou nesta sexta-feira uma norma da companhia de comércio digital americana Amazon, que obrigaria os funcionários a utilizar pulseiras que registram seus movimentos, porque isto é contra as leis do país.

"A pulseira eletrônica da Amazon é contra a lei", afirmou a vice-presidente dos deputados do governamental Partido Democrata e aspirante à Câmara dos Deputados nas próximas eleições gerais de 4 de março, Teresa Maria Di Salvo.

O ministro de Desenvolvimento Econômico Carlo Calenda se reuniu com membros da companhia aos quais explicou que "as únicas pulseiras usadas na Itália são as das joalherias. Expliquei e compreenderam que esta não é uma prática na Itália e nunca será".

Estas declarações foram dadas depois que a Amazon patenteou uma pulseira que registra o movimento de seus funcionários dentro das instalações e indica onde estão em tempo real com o objetivo de ajudá-los em suas tarefas na empresa.

Esta iniciativa ainda é uma proposta, mas a intenção da companhia é que este bracelete guie os movimentos de todos os empregados quando estiverem nas fábricas para indicá-los, mediante vibrações, para onde devem se dirigir e agilizar seus serviços.

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