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China adverte que não mudará postura em negociações comerciais com os EUA

Pequim, 10 mai (EFE).- A China advertiu nesta quinta-feira que não mudará sua postura nas próximas negociações que manterá com os Estados Unidos para tentar encontrar uma solução para suas diferenças e evitar uma guerra comercial entre as duas potências econômicas.

"A posição chinesa tem sido muito clara. Nos opomos ao unilateralismo e ao protecionismo comercial. Os EUA devem se retratar das suas ameaças", afirmou um porta-voz do Ministério do Comércio, Gao Feng, durante entrevista coletiva em Pequim.

Em relação as negociações que o vice-primeiro-ministro chinês, Liu He, retomará em Washington com o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, Gao afirmou que "a posição chinesa não mudou e não mudará".

No entanto, ele mostrou esperança que esta nova rodada de contatos permita "um progresso conjunto no desenvolvimento da cooperação econômica e comercial entre China e Estados Unidos e conseguir benefícios mútuos e benéficos para as pessoas dos dois países e do mundo".

A viagem de Liu aos EUA servirá para que continuem as conversas que aconteceram na semana passada em Pequim entre a delegação americana chefiada por Mnuchin e as autoridades chinesas lideradas pelo vice-primeiro-ministro, das quais não resultaram acordos concretos.

Dois dias atrás, o presidente da China, Xi Jinping, abordou estas tensões comerciais com o mandatário americano, Donald Trump, em uma conversa telefônica onde Xi defendeu o diálogo com o objetivo de encontrar uma solução para a escalada de tensão após o anúncio de pesadas tarifas de importações pelos dois países.

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