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Barril do Texas fecha em baixa de 4%

2019-06-12T17:00:00

12/06/2019 17h00

Nova York, 12 jun (EFE).- O barril de Petróleo Intermediário do Texas (WTI, leve) fechou em baixa nesta quarta-feira de 4%, cotado a US$ 51,14.

Ao final das operações na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), os contratos futuros do WTI para entrega em julho caíram US$ 2,13 em relação ao valor de fechamento da sessão anterior.

De acordo com a Administração de Informação de Energia dos Estados Unidos, os estoques de petróleo aumentaram em 2,2 milhões de barris na semana até 7 de junho, quando os analistas de esperavam que as reservas caíssem em 481 mil barris.

Os contratos futuros do petróleo chegaram assim ao pior nível em quase cinco meses, enquanto os números do Governo dos EUA mostraram que as reservas de petróleo subiram ao nível mais alto desde julho de 2017.

Apesar de tudo, os preços do petróleo obtiveram certo apoio pelas expectativas quanto a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e seus aliados continuarem impulsionando os preços ao limitar a produção.

No entanto, os contratos futuros do petróleo também são afetados pela preocupação em torno da disputa comercial entre os EUA e a China, que pode levar a um crescimento econômico mundial mais lento e pesará sobre a demanda do produto.

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse ontem que está atrasando as negociações até que Pequim aceite voltar aos termos das negociações estabelecidas anteriormente, o que aumenta as inquietações dos investidores e analistas.

As ações em bolsa e outros ativos estão em uma melhor posição pela esperança de o Federal Reserve reduzir as taxas de juros e estimular o crescimento, mas as matérias-primas, como as da energia, precisam de mais evidências de que a atividade econômica irá se recuperar, apontam os analistas.

Neste contexto, os contratos de gasolina com vencimento em julho caíram US$ 0,07, para US$ 1,68 o galão, enquanto os de gás natural com vencimento no mesmo mês recuaram US$ 0,01, encerrando o dia em US$ 2,38 por cada mil pés cúbicos. EFE

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